domingo, 22 de fevereiro de 2026

Recorde de afastamentos torna IA no RH essencial para NR-1

 


Colunista Analice Nicolau

20/02/2026 12h25

Com 530 mil casos em 2025, People Analytics da Factorial mapeia riscos psicossociais e evita passivos bilionários para empresas

Em 2025, o Brasil registrou 530 mil afastamentos por transtornos mentais segundo o Ministério da Previdência, com Justiça do Trabalho consumindo R$ 50 bi em sentenças, números que gritam urgência para o RH de 2026. A NR-1 atualizada exige gerenciamento de riscos psicossociais no PGR, transformando bem-estar em compliance obrigatório. 

Factorial, HRTech unicórnio barcelonita presente no Brasil desde 2022 (US$ 200 mi em aportes Tiger Global), reposiciona RH como intérprete de dados. “Não somos mais executores, somos preventores. IA tira o RH da gaveta da NR-1 para o cuidado real”, afirma Renan Conde, CEO Brasil, com 80 mil empresas atendidas como O Boticário e Rock in Rio. Sua expertise global entrega ferramentas que mapeiam o invisível antes do colapso.

People Analytics cruza horas extras com absenteísmo, detectando burnout em departamentos inteiros, intervenção cirúrgica que evita afastamentos. Escuta ativa via pesquisas anônimas processadas por IA capta “humor” em tempo real, diagnosticando clima tóxico sem filtros humanos. Automação do PGR atualiza riscos dinamicamente, gerando provas auditáveis para fiscalizações, ou seja, adeus a passivos surpresa.

Empresas como Play9 e Unimed já colhem: 78% dos profissionais usam IA rotineiramente segundo estudo da Factorial global, otimizando tempo, cortando custos e focando no humano. Fundada em 2016 por Jordi Romero e Bernat Farrero, a startup opera em 9 países, digitalizando RH/DP com IA preditiva, do inventário de riscos à otimização estratégica.

NR-1 não é burocracia, é oportunidade bilionária disfarçada. Sem prevenção, RH vira hospital de campanhas; com IA Factorial, vira consultoria interna de performance. Renan Conde resume: “2026 exige RH visionário: dados viram escudo contra o imprevisível.” Líderes atentos migram do reativo para o preditivo agora, ou pagam o preço em 2027.

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