
Adolescente foi flagrado com traficantes; devido à gravidade, juiz determinou a internação imediata em Lins/SP.
De acordo com a B.O, o grupo atuava em uma praça conhecida como ponto de venda de drogas, vizinha à escola infantil. Além das prisões, os policiais encontraram drogas escondidas na calha do telhado da casa de um dos acusados.
Uma operação de combate ao tráfico de drogas realizada na tarde desta quinta-feira (12) desarticulou um ponto de venda que funcionava em local sensível: ao lado de uma escola e de uma área de lazer. A ação da Polícia Militar ocorreu por volta das 17h10, na Rua Vereador João Eduardo Pereira, no bairro Santa Efigênia, próximo ao campo do "Olimpinha".
O Flagrante na Praça
Os policiais militares realizavam patrulhamento tático quando avistaram três indivíduos em atitude suspeita em uma praça, local já conhecido nos meios policiais como ponto de tráfico. Eram eles: J. R. (33 anos), A. S. (25 anos) e o adolescente J. , de apenas 14 anos.
Durante a busca pessoal, a suspeita se confirmou. Com J. R., foram encontradas três porções de maconha e um pote com mais da erva. Já com A., os agentes localizaram três sacos ziplock contendo diversas pedras de Crack e uma porção de Haxixe. O adolescente, que atuava junto aos maiores, portava uma porção de maconha, um celular e R$ 45,00 em dinheiro.
Esconderijo na Calha
A ocorrência teve desdobramentos na residência de J. R., onde ele mora com a mãe. A proprietária, autorizou a entrada da equipe para uma vistoria. No quarto do indiciado, foi encontrada uma balança de precisão e um vidro com maconha. Porém, o "grosso" da droga estava do lado de fora: em uma verificação minuciosa, os policiais encontraram 1/4 de tijolo de maconha escondido na calha do telhado.
Cadeia e Fundação Casa
Diante da materialidade, foi dada voz de prisão em flagrante a J. R. e A. pelos crimes de Tráfico de Drogas e Associação para o Tráfico. Ambos serão encaminhados à Cadeia Pública de Colina.
Quanto ao adolescente de 14 anos, a situação foi tratada com rigor devido à gravidade e repercussão social do ato. Ele foi apreendido e, diferentemente de outros casos, não foi liberado aos responsáveis. A Justiça determinou seu encaminhamento imediato para a Fundação Casa Vitória Régia, na cidade de Lins/SP
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