quinta-feira, 16 de julho de 2026

5 doenças ocupacionais que mais geram afastamento do trabalho

 

5 doenças ocupacionais que mais geram afastamento do trabalho    

Doenças ocupacionais são contraídas no exercício da profissão após exposição a fatores de risco, no local de trabalho, que afetam diretamente a saúde física ou mental do colaborador. Podem gerar afastamento das atividades, inclusive, por tempo indeterminado.  

No Brasil, os índices de doenças ocupacionais são grandes. Entre os anos de 2020 e 2021, houve um aumento de 8,2% no número de ações por doenças ocupacionais no TRT-2, segundo levantamento publicado no G1.  

O salto foi de 8.446 para 9.138 ações. Em 2022, esse número pode ser ainda maior: entre os meses de janeiro e março, já foram registrados 2.220 processos. Especialistas alertam que esse crescimento pode ter ligação com o aumento de horas trabalhadas e a falta de treinamento adequado aos profissionais que passaram a exercer novas atividades.   

Você sabe quais são as doenças ocupacionais mais frequentes no ambiente de trabalho? Descubra, agora, em nosso artigo e saiba como tornar sua empresa um ambiente mais saudável. 

Quais os principais fatores que levam às doenças ocupacionais. 

As pessoas passam grande parte do seu dia no trabalho. Portanto, esse local pode influenciar diretamente em sua saúde física e mental, levando ao adoecimento. A legislação brasileira é rígida quanto às normas de saúde e segurança do trabalho.  

Dentre os principais fatores para doenças ocupacionais estão:  

  • Altos índices de estresse;  
  • Ausência de equipamentos de proteção individual adequados; 
  • Espaço inadequado para as atividades – remoto ou presencial; 
  • Exposição a agentes nocivos; 
  • Ambientes sem condições adequadas para o trabalho. 

5 doenças ocupacionais mais frequentes no trabalho.  

Já dizia o antigo ditado: “É melhor prevenir, do que remediar”. O mesmo vale quando falamos em local de trabalho seguro e saudável, afinal, investir em medidas preventivas faz toda a diferença e colabora para melhora nos processos internos e uma equipe mais produtiva.   

Conheça, agora, as 5 doenças ocupacionais que mais geram afastamento do trabalho. 

Síndrome de Burnout 

Recentemente, foi considerada uma doença ocupacional pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e tem feito vítimas em todas as áreas profissionais. Trata-se de um distúrbio emocional resultado de situações de extremo desgaste no trabalho. 

Sintomas comuns: 

  • Cansaço extremo 
  • Desânimo 
  • Tristeza 
  • Alterações nos batimentos cardíacos 
  • Tontura 

Entre 2020 e 2022, houve um aumento de 30% no número de afastamentos devido a transtornos mentais, de acordo com o portal Estadão. Até o fim deste ano, estima-se que o gasto para empresas seja de aproximadamente R$5 bilhões.  

Doenças pulmonares. 

Os pulmões podem ser facilmente acometidos após exposição recorrente a produtos químicos, poluentes, dentre outros materiais. E isso pode levar a sérias doenças pulmonares, como Asma e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).  

DORT 

DORT é a sigla para os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho e surgiu para substituir a LER (Lesões por Esforços Repetitivos). Refere-se a uma série de doenças que afetam nervos, músculos e tendões. 

Distúrbios ocupacionais frequentes: 

  • Tendinites (punho, ombro e cotovelo) 
  • Mialgias (dores musculares) 
Problemas de visão 

Por se tratar de uma parte do corpo muito sensível, os olhos podem ser facilmente expostos a riscos, como queimaduras e lesões. Em casos mais graves, os problemas podem levar à cegueira. É mais comum em locais como indústrias e construções e a a maioria desses problemas pode ser evitada com o uso adequado de EPIs (como óculos de proteção). 

Lombalgia 

A lombalgia é uma desordem resultante de movimentos repetitivos e causa dor na região lombar, podendo prejudicar a execução de atividades rotineiras no trabalho e levar, inclusive, à invalidez.   

Conclusão 

Ter uma grande parte da equipe afastada de suas atividades prejudica a produtividade e o funcionamento da empresa, sobrecarregando quem está na ativa. Por isso, a saúde dos colaboradores deve ser a prioridade.  

Um time saudável, motivado e satisfeito traz os melhores resultados. Portanto, é preciso investir em uma gestão eficiente para as áreas de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho. 

Automatizar os processos, especialmente da gestão de absenteísmo, ajuda a garantir maior organização, conhecer melhor o cenário de segurança que a empresa se encontra e tomar decisões assertivas para promover um ambiente livre de problemas aos funcionários.  

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Precatórios somam R$ 330 bi e aquecem mercado de cessão

 

A dívida de precatórios no Brasil soma R$ 330,4 bilhões, mesmo após pagamento recorde em 2025. O cenário impulsiona a cessão de crédito como alternativa de liquidez para quem tem precatórios a receber, um movimento em que originadoras especializadas ganham espaço.

15 jul2026- 11h37
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A dívida de precatórios no Brasil atingiu R$ 330,4 bilhões, mesmo após o pagamento recorde de R$ 113,4 bilhões em 2025, segundo um levantamento da Folha de S.Paulo. O estoque continua em expansão, o que mantém incertas as datas de recebimento por parte de credores públicos e privados. 

Foto: ChatGPT / DINO
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Alterações recentes nas regras orçamentárias que disciplinam esses pagamentos explicam a persistência do aumento do volume e a falta de um calendário definido para quitação. Para empresas e famílias que dependem desses recursos, o efeito prático é a retenção de fluxo de caixa sem uma previsão firme de liberação. 

Nesse cenário, a cessão de crédito tem ganhado relevância como alternativa de liquidez. De acordo com a Serasa Experian, a cessão consiste em um negócio jurídico formal que transfere a terceiros o direito de receber um crédito. 

Embora esse tipo de operação seja uma prática comum no mercado de dívidas privadas, o mecanismo vem sendo adaptado aos precatórios, permitindo que titulares transformem o título judicial em dinheiro antes da homologação final. 

A lógica segue a experiência acumulada no crédito privado, onde a cessão de recebíveis é utilizada para mitigar a inadimplência e acelerar a rotação de carteiras. Aplicada aos precatórios, a operação permite que investidores adquiram os créditos com deságio — diferença entre o valor nominal do precatório e o valor pago à vista — remuneração que cobre o risco e o tempo de espera. 

A decisão da venda do precatório, para o seu detentor, envolve comparar a expectativa de pagamento integral, que pode levar anos, com a oferta de adiantamento com deságio, que garante recursos imediatos. É uma escolha que impacta o planejamento financeiro e requer análise detalhada de custos, prazos e garantias. 

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O mercado de compra de precatórios está se profissionalizando, com a emergência de originadoras especializadas na análise, precificação e aquisição desses créditos judiciais. A Preks, empresa atuante há mais de seis anos no segmento, exemplifica essa tendência. 

"O crescimento da cessão de precatórios exige uma análise cuidadosa da proposta e atenção à segurança jurídica da operação", afirma João Carlos Garcia, CEO da Preks e ex‑vice‑presidente da Caixa Econômica Federal.

Com o estoque em alta e sem horizonte definido para pagamento integral pelo governo, projeta‑se um aumento no número de credores que buscarão a cessão de precatórios como forma de antecipar recursos que, de outra maneira, permaneceriam parados por anos na fila de espera.

Website: https://preks.com.br/

DINOEste é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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