quinta-feira, 23 de julho de 2026

NOTA DE REPÚDIO Quem defende os Agentes Socioeducativos?


 

NOTA DE REPÚDIO

Quem defende os Agentes Socioeducativos?

BLOG AGENTES NA NET manifesta repúdio ao artigo "Pelas lentes da segurança socioeducativa"

O BLOG AGENTES NA NET manifesta seu mais profundo repúdio ao conteúdo apresentado no artigo "Pelas lentes da segurança socioeducativa", por entender que o texto desconsidera a realidade vivida diariamente pelos Agentes Socioeducativos e contribui para uma visão distorcida da atividade exercida dentro das unidades da Fundação CASA e de outras instituições socioeducativas do país.

É extremamente preocupante que, em vez de ouvir aqueles que estão na linha de frente do atendimento, expostos diariamente a agressões, ameaças, rebeliões, fugas, tentativas de homicídio, doenças ocupacionais e intenso desgaste físico e emocional, determinados setores prefiram construir narrativas que ignoram completamente as condições reais de trabalho desses profissionais.

O Agente Socioeducativo não é apenas um responsável pela segurança da unidade. Ele é servidor público, educador social, mediador de conflitos, orientador, fiscal do cumprimento das medidas socioeducativas e, muitas vezes, o primeiro a intervir para evitar tragédias envolvendo adolescentes, servidores e visitantes.

A segurança não é um obstáculo ao caráter pedagógico da medida socioeducativa. Ao contrário: ela é condição indispensável para que qualquer ação educativa aconteça. Não existe atividade pedagógica durante uma rebelião. Não existe atendimento psicológico em meio ao caos. Não existe escola funcionando quando a integridade física de todos está ameaçada.

Quem trabalha diariamente nas unidades sabe que a preservação da ordem é um requisito básico para garantir direitos.

Infelizmente, o artigo transmite uma impressão de que a segurança representa um problema dentro do sistema socioeducativo, quando, na realidade, ela é um dos pilares fundamentais para proteger adolescentes, trabalhadores e toda a sociedade.

O que causa indignação é que, mais uma vez, pesquisadores e estudiosos discutem a atividade dos Agentes Socioeducativos sem dar voz à categoria que vivencia essa realidade todos os dias.

Faltou ouvir quem conhece a rotina das unidades.

Faltou ouvir quem entra para trabalhar sem saber se voltará para casa em segurança.

Faltou ouvir quem já foi agredido, ameaçado, feito refém ou desenvolveu problemas psicológicos em razão da profissão.

Faltou ouvir as famílias dos servidores que convivem diariamente com o medo.

Não se constrói conhecimento sério ignorando justamente aqueles que sustentam o funcionamento do sistema.

Os Agentes Socioeducativos não são inimigos dos adolescentes.

São profissionais responsáveis por garantir que as medidas socioeducativas sejam executadas dentro da legalidade, preservando vidas e assegurando condições mínimas para o trabalho das equipes técnicas, professores, profissionais da saúde e demais servidores.

Também é preciso lembrar que os adolescentes internados possuem direitos, mas os trabalhadores também possuem.

Direito à vida.

Direito à saúde.

Direito à integridade física.

Direito à valorização profissional.

Direito a condições dignas de trabalho.

Nenhum desses direitos pode ser relativizado em nome de discursos que ignoram a realidade concreta das unidades socioeducativas.

Ao longo dos anos, inúmeros Agentes Socioeducativos foram vítimas de agressões, afastamentos por transtornos psicológicos, acidentes de trabalho e até perderam a vida em decorrência da violência enfrentada na profissão.

Mesmo assim, continuam cumprindo sua missão com coragem, responsabilidade e compromisso com a sociedade.

É justamente por isso que repudiamos qualquer tentativa de reduzir ou desqualificar o papel desempenhado por esses profissionais.

A verdadeira socioeducação acontece quando há equilíbrio entre direitos, responsabilidades, disciplina, respeito às normas e segurança institucional.

Não existe socioeducação sem organização.

Não existe ressocialização em ambiente de violência.

Não existe proteção de direitos quando os próprios trabalhadores são desrespeitados.

O BLOG AGENTES NA NET reafirma seu compromisso com a defesa incondicional dos Agentes Socioeducativos de todo o Brasil.

Continuaremos denunciando condições precárias de trabalho, cobrando investimentos, valorização profissional, concursos públicos, melhores condições de segurança e respeito à categoria.

Também permaneceremos combatendo qualquer narrativa que invisibilize o sofrimento dos trabalhadores ou tente transformar aqueles que protegem vidas em meros obstáculos ao processo socioeducativo.

Defender os Agentes Socioeducativos não significa defender violência.

Significa defender profissionais que diariamente colocam suas vidas em risco para que o sistema funcione.

Significa reconhecer que segurança e socioeducação caminham juntas.

Significa respeitar homens e mulheres que dedicam suas vidas ao serviço público.

Por fim, convidamos pesquisadores, universidades e autores a ampliarem o debate, ouvindo também os Agentes Socioeducativos, seus sindicatos, suas entidades representativas e aqueles que vivem diariamente os desafios da execução das medidas socioeducativas.

Uma análise equilibrada somente será possível quando todas as vozes forem ouvidas.

Enquanto isso não acontecer, o BLOG AGENTES NA NET seguirá firme em sua missão:

Dar voz a quem está na linha de frente. Defender quem protege. Valorizar quem dedica sua vida ao sistema socioeducativo.

BLOG AGENTES NA NET

Quem defende os Agentes Socioeducativos? Nós defendemos. Sempre.

Privatização de trens em SP estreia com falha, lotação e falta de informação

 


Falha na Linha 12 provocou espera de 22 minutos e superlotação no Brás; concessionária não informou passageiros

Por Cleber Lourenço

A estreia da operação privada de três linhas de trens metropolitanos de São Paulo começou com problemas. No primeiro dia em que a concessionária Trivia Trens assumiu a administração das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade — ramais da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que ligam a capital a cidades da Região Metropolitana — uma falha na Linha 12 provocou superlotação na estação Brás, espera de cerca de 22 minutos entre trens e críticas pela falta de informações aos passageiros.

A ocorrência aconteceu justamente no primeiro dia da concessão, apresentada pelo governo Tarcísio de Freitas como uma medida para modernizar a operação e melhorar a qualidade do serviço. Em vez disso, a estreia foi marcada por plataformas lotadas, atrasos no horário de pico e pela ausência de comunicação oficial da concessionária durante a pane.

Segundo a própria empresa, às 17h54 um trem apresentou falha operacional na estação Brás, afetando a circulação da linha. A composição foi retirada da via às 17h59, mas o problema estava longe de ser resolvido. Os reflexos da pane se espalharam pelo principal horário de pico da tarde.

Registros feitos por passageiros e por perfis especializados em mobilidade mostram que houve cerca de 22 minutos sem a chegada de trens na plataforma do Brás. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram plataformas tomadas por passageiros, dificuldade de embarque e circulação comprometida justamente no momento de maior demanda do dia.

Na tentativa de reorganizar a operação, a concessionária precisou esvaziar uma composição na estação Tatuapé para enviá-la ao Brás e recompor a frota. A medida, no entanto, ocorreu apenas depois que o acúmulo de passageiros já havia provocado superlotação.

A pane, por si só, não seria necessariamente suficiente para colocar em xeque a estreia da nova operadora. Sistemas ferroviários estão sujeitos a falhas. O que ampliou as críticas foi a forma como a concessionária lidou com a ocorrência.

Enquanto milhares de passageiros aguardavam informações, a Trivia Trens simplesmente não comunicou oficialmente o problema. Não houve aviso em seu site institucional nem em seus canais nas redes sociais durante a ocorrência. As explicações sobre a falha só vieram depois que a empresa foi procurada por veículos de imprensa.

Na prática, quem dependia da linha precisou recorrer às redes sociais, grupos de mensagens e perfis independentes para descobrir o que estava acontecendo e estimar quanto tempo levaria para a circulação voltar ao normal.

A falta de comunicação chama atenção justamente porque a concessão foi apresentada pelo governo Tarcísio de Freitas como um modelo capaz de oferecer um serviço mais moderno e eficiente. Em situações de crise operacional, informar rapidamente o passageiro sobre atrasos, causas e previsão de normalização é considerado um dos elementos básicos da prestação do serviço.

Também na noite de terça-feira houve registro do recolhimento de uma composição da Linha 11-Coral na estação Palmeiras-Barra Funda. Até o momento, a concessionária não detalhou as circunstâncias da retirada do trem nem informou se a ocorrência provocou impactos relevantes na operação.

A estreia ocorre após uma fase de transição já marcada por questionamentos. Levantamento do portal g1 apontou 11 falhas na Linha 11 entre junho e julho e um aumento de 275% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2025. O mesmo levantamento indicaria queda de 18% nas ocorrências da Linha 12 e estabilidade na Linha 13.

Cercada por promessas de eficiência, a nova privatização começou já acompanhada por dúvidas sobre desempenho e comunicação com os usuários e o início da operação já impôs um desafio à empresa: demonstrar que a promessa de eficiência vai além da mudança de gestão. O primeiro teste, justamente no horário de maior movimento da rede, terminou com um trem parado, plataformas lotadas e milhares de passageiros sem qualquer orientação oficial sobre o que acontecia.

A reportagem procurou a Trivia Trens para comentar as falhas registradas no primeiro dia de operação e questionou a ausência de informações durante a ocorrência. Caso a empresa encaminhe manifestação, este texto será atualizado.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Confusão entre agente Socieducativo e um polícia penal quase terminou em tragédia


 Uma confusão envolvendo um agente penal e um agente socioeducativo quase terminou em tragédia no final da noite desta terça-feira, dia 21, no Jardim Palmeiras, em Franca.

Segundo informações da Polícia Militar, o agente socioeducativo mora em um conjunto de apartamentos e já vinha tendo desentendimentos com uma vizinha. A jovem mantém um relacionamento com o agente penal.

Na noite de ontem, o agente penal estava no apartamento da namorada quando a situação esquentou. Conforme o registro da ocorrência, o agente socioeducativo teria ido até a porta do imóvel, proferido xingamentos e, armado com uma tonfa - o conhecido cacetete -, batido na porta e ameaçado arrombá-la.

Diante da confusão, o agente penal sacou uma arma de fogo e apontou para o agente socioeducativo.

Foi aquele quiprocó!A Polícia Militar foi acionada e conseguiu controlar a situação antes que algo mais grave acontecesse. Os envolvidos foram encaminhados à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde a ocorrência foi registrada por ameaça e danos.

Após os procedimentos, os dois foram liberados.

Por muito pouco, uma discussão entre vizinhos não terminou em tragédia.


Enem abre nova seleção para fiscal de prova, monitor e aplicador com auxílio de R$ 800 por dia

 

O Enem abriu uma nova seleção para fiscal de prova, monitor e aplicador.
Enem Fiscal de prova Monitor Aplicador
O Enem abriu uma nova seleção para fiscal de prova, monitor e aplicador. Crédito: Divulgação
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Quem quer ganhar uma renda extra trabalhando nos bastidores do Enem deve ficar atento. O exame movimenta milhares de profissionais em todo o Brasil e abre oportunidades temporárias para quem deseja atuar nos dias de aplicação das provas.

O MONARK FEZ O CERTO NO FLOW! | BOTECO DO VENTURA

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"QUEM FOI O MALDITO QUE FEZ ISSO?

"QUEM FOI O MALDITO QUE FEZ ISSO?" O Benja não gostou nem um pouco de uma das opções de resposta que o produtor Gustavo Garcez colocou na enquete do dia no YouTube: a de que o Messi "não é maior nem que o Cristiano Ronaldo". Revoltado com a audácia, ele parou o programa e intimou o Gustavo a colocar a cara a tapa, entrar no estúdio e achar um microfone para se defender ao vivo de toda a bancada. Vem ver o que rolou! (📸: Montagem / Reuters / TMC) 📌 Siga @tmcesporte para ficar sempre bem informado sobre a Copa do Mundo 🟠 TRANSAMÉRICA AGORA É TMC 🟠 #TMCEsporte #CopaParaVoce

Anne Hathaway fala sobre auge da fama: 'Extremamente surreal'

A atriz está presente em cinco grandes filmes deste ano, entre eles "A Odisseia"

MONARK É MAL COMPREENDIDO! | BOTECO DO VENTURA

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Dono de restaurante na Itália elogia Selena Gomez e Benny Blanco após jantar romântico

Proprietário do local rasgou elogios ao casal e afirmou que eles são 'pessoas de bom coração'

Descanse em paz.

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As funções vão muito além da sala de aula. A operação envolve fiscais, aplicadores, monitores, chefes de sala, porteiros, técnicos de informática, profissionais de apoio, seguranças e equipes especializadas para atendimento a candidatos com deficiência ou necessidades específicas.

No caso dos fiscais ligados diretamente ao Inep, o pagamento pode passar de R$ 800 por dia em situações excepcionais. Já as demais funções, como aplicador e monitor, seguem outro tipo de contratação e costumam ter seleção separada, organizada pela banca responsável pela aplicação do exame.

Por isso, quem deseja trabalhar no Enem precisa entender a diferença entre as vagas. O fiscal do Inep, chamado oficialmente de certificador, atua como uma espécie de auditor da aplicação. Já aplicadores, monitores e equipes de apoio trabalham na organização direta dos locais de prova.

Inep abriu seleção para fiscal de prova do Enem

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira abriu nova seleção para formar a Rede Nacional de Certificadores. Esses profissionais podem atuar no Enem e em outras avaliações nacionais organizadas pelo órgão.

Na prática, o certificador acompanha o funcionamento da aplicação e verifica se os procedimentos oficiais estão sendo cumpridos. Ele observa a abertura de malotes, confere horários, registra ocorrências, acompanha protocolos de segurança e envia relatórios ao Inep.

A função exige responsabilidade. Isso porque o certificador não trabalha como fiscal comum de sala. Ele atua como representante externo do Inep no local de prova e ajuda a garantir a regularidade do exame.

Além disso, a participação é temporária e eventual. Portanto, a seleção não cria vínculo empregatício e também não funciona como concurso público tradicional.

Quem pode se inscrever para fiscal do Enem?

A seleção para certificador não é aberta a todos os trabalhadores. O Inep exige que o interessado se encaixe em grupos específicos.

Podem participar servidores públicos do Poder Executivo Federal e professores efetivos das redes públicas estaduais, municipais ou distrital. No caso dos docentes, o profissional precisa estar em exercício da docência.

Além disso, o candidato deve ter ensino médio completo e possuir smartphone ou tablet com acesso à internet móvel. O equipamento é necessário para acompanhar as etapas e registrar informações durante a atuação.

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Também existem regras para evitar conflito de interesse. Assim, não pode atuar quem está inscrito na prova que será fiscalizada. A restrição também vale para quem tem parentes próximos participando do exame.

Quanto ganha o fiscal de prova do Enem?

O pagamento do certificador varia conforme a atividade e a necessidade de deslocamento.

Em atividades regulares, o valor previsto é de R$ 510 por dia de trabalho. No entanto, em demandas excepcionais, quando há deslocamento superior a 150 quilômetros, o pagamento pode chegar a R$ 864 por dia.

Ou seja, o valor acima de R$ 800 não vale automaticamente para todos os convocados. Ele depende da situação definida pelo Inep e da necessidade de profissionais em determinados municípios.

Outro ponto importante é que a convocação não garante reembolso de transporte, alimentação ou hospedagem. Portanto, o interessado precisa avaliar os custos antes de aceitar uma possível chamada.

Como se inscrever para fiscal do Enem?

As inscrições para fiscal de prova do Enem devem ser realizadas através do site oficial da Rede Nacional de Certificadores do Inep.

O acesso é feito pela internet, com login do Gov.br. Depois disso, o candidato deve preencher os dados pessoais, informar vínculo profissional, anexar documentos quando necessário e acompanhar a situação do cadastro no sistema.

Após a inscrição, o Inep analisa as informações. Em seguida, os candidatos habilitados passam por uma capacitação on-line obrigatória. Somente quem conclui essa etapa e atinge o desempenho mínimo pode continuar no processo.

Mesmo assim, a aprovação na capacitação não garante convocação. O chamado depende da necessidade do Inep em cada cidade.

Inscrições para aplicador e monitor

Além dos certificadores do Inep, o Enem precisa de uma grande equipe operacional nos locais de prova. É nesse grupo que entram aplicadores, monitores, chefes de sala, fiscais de corredor, fiscais de banheiro, porteiros, técnicos, seguranças e profissionais de apoio.

Essas vagas não seguem o mesmo sistema da Rede Nacional de Certificadores. Elas costumam ser organizadas pela instituição responsável pela aplicação do exame, com chamadas feitas de acordo com a demanda de cada município.

Para essas funções, as inscrições devem ser abertas em breve. Por isso, os interessados precisam acompanhar os canais oficiais do Cebraspe, o banco de talentos da instituição e possíveis chamadas locais divulgadas em cada estado.

O que faz o aplicador do Enem?

O aplicador trabalha diretamente na sala de prova. Ele recebe os participantes, confere documentos, orienta os candidatos, distribui materiais, acompanha o cumprimento das regras e registra eventuais ocorrências.

Já o chefe de sala coordena a aplicação dentro do ambiente de prova. Ele também garante que os procedimentos sejam seguidos do início ao fim.

Além disso, fiscais volantes e monitores ajudam na circulação dos candidatos, no controle de corredores, na orientação sobre banheiros e no apoio à organização do local.

Quem pode trabalhar como monitor ou aplicador?

As exigências podem mudar conforme a função, a cidade e a chamada feita pela banca. No entanto, as vagas costumam pedir escolaridade mínima, disponibilidade para treinamento e atuação nos dias de prova.

Em algumas funções, a experiência anterior em concursos, vestibulares ou avaliações educacionais conta como diferencial. Já cargos especializados exigem formação ou certificação específica, como no caso de intérprete de Libras, ledor, transcritor e guia-intérprete.

Além disso, o candidato não pode ter conflito de interesse com o exame. Portanto, quem fará o Enem ou tem parentes próximos inscritos pode ficar impedido de atuar.

Quanto ganha aplicador, monitor e equipe de apoio?

Os valores pagos para aplicadores, monitores e demais trabalhadores de campo são diferentes dos valores pagos aos certificadores do Inep.

Em edições anteriores, aplicadores, chefes de sala, fiscais, porteiros, técnicos, seguranças e profissionais especializados receberam valores definidos conforme a função exercida. No entanto, esses pagamentos podem mudar em novas edições.

Por isso, o interessado deve consultar a chamada oficial antes de se cadastrar. É nesse documento que aparecem o valor, a carga horária, o tipo de treinamento, os requisitos e as regras de convocação.

Como se inscrever para aplicador ou monitor do Enem?

Quem deseja trabalhar como aplicador, monitor ou integrante da equipe de apoio deve acompanhar os canais do Cebraspe e as chamadas feitas para a sua região.

O primeiro passo é verificar o site oficial da instituição e a área de “Trabalhe Conosco”. Também vale acompanhar publicações sobre chamadas públicas, banco de talentos e comunicados regionais.

Depois da abertura da seleção, o candidato deve preencher o cadastro, enviar as informações solicitadas e aguardar a convocação para treinamento. Em geral, a banca só chama os profissionais conforme a necessidade de cada local de prova.

Assim, fazer o cadastro não significa contratação automática. A convocação depende do número de participantes, da quantidade de locais de prova e da demanda operacional em cada município.

Enem oferece renda extra, mas exige atenção às regras

Trabalhar no Enem pode ser uma boa oportunidade para quem busca renda extra em atividades temporárias. No entanto, cada função tem regras próprias.

O fiscal/certificador se inscreve pelo sistema do Inep e pode receber até R$ 864 por dia em situação excepcional. Já aplicadores, monitores e equipes de apoio devem acompanhar as seleções abertas pela banca aplicadora.

Portanto, o melhor caminho é verificar o tipo de vaga desejada, separar os documentos, acompanhar os canais oficiais e manter os dados atualizados. Dessa forma, o candidato aumenta as chances de ser chamado quando a equipe de aplicação for montada.

Foto de Gabriel Almeida

Gabriel Almeida

Jornalista há 11 anos, Gabriel Almeida é editor-chefe do Portal Tempo Novo. Atua diretamente na produção e curadoria do conteúdo, além de assinar reportagens sobre os principais acontecimentos da cidade da Serra e temas de interesse público estadual.