sábado, 30 de maio de 2026

ANS define teto de 5,11% para reajuste de planos de saúde individuais/familiares

 

Percentual é o mais baixo já definido pela Agência, com exceção do reajuste de 2021, após a pandemia de Covid-19

AAgência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, em reunião de Diretoria Colegiada realizada nesta sexta-feira (29/5), o índice máximo de 5,11% para o reajuste anual dos planos de saúde de assistência médica individuais/familiares.

O percentual é o menor já definido pela ANS, com exceção de 2021, quando houve reajuste negativo em razão da redução do uso dos serviços de saúde durante o período de isolamento social da Covid-19, o que levou à diminuição dos custos das operadoras.

O índice de 5,11% se aplica a cerca de 7,7 milhões de beneficiários, o equivalente a 14,5% dos 52,9 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil (dados de março de 2026), e é válido para os contratos regulamentados – firmados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/1998.

“Esse é o reajuste mais baixo já definido pela ANS, o que traz alívio para o cidadão que se esforça para manter um plano de saúde para sua família. Nosso objetivo é sempre buscar o equilíbrio, garantindo a sustentabilidade do setor e a capacidade de pagamento dos beneficiários”, afirma o diretor-presidente da ANS, Wadih Damous.

O percentual foi calculado pela Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos, apreciado pelo Ministério da Fazenda e aprovado em reunião de Diretoria Colegiada da Agência. A decisão segue agora para publicação no Diário Oficial da União.

A aplicação do reajuste anual só pode ser feita pela operadora no mês de aniversário do contrato (data de contratação do plano). Para os contratos com aniversário em maio e junho, a cobrança deverá começar em julho ou, no máximo em agosto, retroagindo até o mês de aniversário.

“O resultado é reflexo de uma metodologia baseada no comportamento do setor, considerando tanto o aumento dos custos assistenciais quanto a frequência de utilização dos serviços. A fórmula evita aumentos excessivos para o consumidor e, ao mesmo tempo, garante que os planos continuem oferecendo atendimento de qualidade e de forma sustentável”, destaca a diretora de Normas e Habilitação dos Produtos, Lenise Secchin.

Histórico dos percentuais de planos de saúde individuais/familiares

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Metodologia considera uso dos planos e custos do setor

Para definir o percentual de 2026, a ANS utilizou a metodologia aplicada desde 2019, que leva em conta:

  • a frequência de utilização dos serviços de saúde
  • a variação das despesas assistenciais dos planos individuais/familiares.

O cálculo combina:

  • IVDA (Índice de Valor das Despesas Assistenciais) – peso de 80%
  • IPCA (inflação oficial), excluindo o subitem “Plano de Saúde” – peso de 20%

O IVDA reflete a variação das despesas com atendimento aos beneficiários de planos de saúde, enquanto o IPCA incide sobre custos de natureza não assistenciais, como despesas administrativas. Na fórmula, o IVDA tem peso de 80% e o IPCA de 20%. A fórmula do IVDA tem três componentes: a Variação das Despesas Assistenciais (VDA), a Variação da Receita por Faixa Etária (VFE) e o Fator de Ganhos de Eficiência (FGE).

A VDA é calculada com base nos dados das demonstrações contábeis e quantidade de beneficiários enviados pelas operadoras à ANS periodicamente. As bases utilizadas no cálculo são públicas, conferindo, assim, maior transparência e previsibilidade.

A VFE deduz a parcela da variação de despesas das operadoras que já é recomposta pela variação das mensalidades por mudança de faixa etária. Já o FGE é um índice de eficiência apurado a partir da variação das despesas assistenciais, transferindo para os consumidores ganhos de eficiência do setor e evitando um modelo de repasse automático da variação de custos. 

Despesas assistenciais em 2025 e 2024 – Base de cálculo do reajuste

O valor final do plano de saúde é impactado por fatores como a inflação, o aumento ou queda da frequência de uso do plano de saúde e os custos dos serviços médicos e dos insumos, como produtos e equipamentos médicos.

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As despesas assistenciais per capita nos planos individuais regulamentados tiveram crescimento de 8,32% em 2025 comparado a 2024. Essa variação observada nos custos assistenciais reflete o aumento dos preços dos serviços e insumos de saúde, bem como aumento no padrão de consumo de serviços de saúde associado a fatores como mudanças no perfil etário dos consumidores e incorporações no rol de procedimentos da saúde suplementar.

Diferença entre índice de inflação e índice de reajuste de planos de saúde

Os índices de inflação medem a variação de preços de produtos e serviços. Já os índices de reajuste de planos de saúde são “índices de valor”, pois medem a variação combinada não somente de preços, mas também de quantidades consumidas. Dessa forma, o percentual calculado pela ANS considera aspectos como as mudanças nos preços dos produtos e serviços em saúde, bem como as mudanças na frequência de utilização dos serviços de saúde.

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Informações no boleto

A partir do anúncio do teto máximo de reajuste, os beneficiários de planos individuais/familiares devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar se o percentual aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS (5,11%) e se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.

Entenda como o reajuste é aplicado

O índice de reajuste autorizado pela ANS pode ser aplicado somente a partir do mês de aniversário de cada contrato. Para os contratos com data de aniversário em maio e junho, a cobrança deverá começar, em julho ou, no máximo, em agosto, retroagindo até o mês de aniversário do contrato. Confira no exemplo abaixo:

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Perguntas e respostas sobre o reajuste 2026.

Saiba mais sobre o reajuste de planos individuais ou familiares

Portabilidade de carências

Os consumidores têm o poder de escolha. Caso entendam que seu plano de saúde não está lhes atendendo adequadamente, podem optar pela portabilidade de carências para outra operadora. Para saber as opções disponíveis no mercado para contratação ou troca via portabilidade de carências, o interessado pode fazer comparações ao consultar o Buscador de Planos de Saúde - Guia ANS, no portal da Agência.

Para saber os requisitos para a realização da portabilidade de carências, confira aqui.

Em caso de dúvidas, os consumidores podem entrar em contato com a ANS por meio dos seguintes canais de atendimento:

Saúde e Vigilância Sanitária

Proposta de porte de armas para veterinários avança no Congresso sem base de dados


Projeto de Marcos Pollon (PL-MS), aprovado na Câmara não tem estatísticas de violência contra a categoria. Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) não foi consultado; Comissão Pastoral da Terra (CTP) contesta o uso de relatório citado no projeto de lei

João Pedro Resende de Carvalho
postado em 24/05/2026 06:00 / atualizado em 24/05/2026 06:00
Para o veterinário Juliano Veiga de Oliveira, a arma daria uma segurança maior para quem sabe usá-la
 -  (crédito: Acervo Pessoal )
Para o veterinário Juliano Veiga de Oliveira, a arma daria uma segurança maior para quem sabe usá-la - (crédito: Acervo Pessoal )

Juliano Veiga de Oliveira, veterinário especialista em equinos de 47 anos, conta que, numa noite de atendimento em Girassol, no Entorno do DF, uma colega de profissão desceu do carro para abrir a porteira. Um homem pulou atrás dela; outro rendeu o estagiário que a acompanhava. Os dois foram deixados em uma área de mata. Os assaltantes fugiram com o veículo e mais de R$ 250 mil em equipamentos. Ela ficou meses sem atender. Juliano, que atua na mesma região, não estava presente na ocasião. "A sensação de segurança melhora quando você tem a chance de se defender", acredita.

Episódios como esse passaram a ser usados por parlamentares para defender a ampliação do porte. Em 12 de maio, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara aprovou o PL 5.976/2025, do deputado Marcos Pollon (PL-MS).
Leia também:
O projeto concede porte a médicos veterinários inscritos no Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O Conselho informou que não foi consultado durante a tramitação nem possui levantamento sobre violência contra a categoria. Dos quase 240 mil registrados, 182,3 mil atuam em diferentes frentes: clínicas urbanas, frigoríficos e fazendas. No projeto, não há distinção de quem será beneficiado — se virar lei, o veterinário de pet shop em Brasília terá o mesmo direito ao porte que o profissional itinerante que percorre estradas de terra no Pará.
Sobre o mérito da proposta o CFMV também afirma não ter posição institucional e pontua que eventual manifestação dependerá de “análise técnica, jurídica e normativa aprofundada”. O texto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). 
O conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) Roberto Uchôa aponta a ausência de dados como a principal fragilidade do projeto. “Não há estatísticas que apontem uma crise de violência contra veterinários no exercício da profissão. Elevar o risco dessas carreiras ao patamar de atividade policial carece de qualquer base empírica”, afirmou. 
Para ele, a ideia de que o veterinário precisa de arma porque a polícia demora é uma inversão perigosa. “Isso é privatizar a segurança pública e transferir o dever do Estado para o cidadão. A resposta correta são patrulhas rurais georreferenciadas e acompanhamento policial obrigatório em fiscalizações de risco.” 
Na estrada, a história pode ser outra. Juliano conhece a rotina. "Muitas vezes, a gente atravessa áreas sem polícia por quilômetros, dentro de estrada de terra. Você desce sozinho para abrir a porteira, volta para o carro — isso deixa a gente numa situação muito desconfortável", relata. Certa vez, na BR próximo ao Jardim ABC, um carro o fechou. Os ocupantes estavam armados. Ele deu ré e entrou numa fazenda para despistá-los. "A arma para quem sabe usar dá uma sensação de segurança maior", disse.
Dentro do curral, porém, Juliano reconhece os limites da arma. "O tipo de coldre, o tipo de roupa, isso tudo faz diferença. Em determinadas situações a arma sai e vai para dentro do carro, para algum lugar onde não vai te atrapalhar", explicou.
O deputado federal Junio Amaral (PL-MG), relator do projeto que amplia o porte de armas
O deputado federal Junio Amaral (PL-MG), relator do projeto que amplia o porte de armas(foto: Acervo Câmara dos Deputados)
O relator, deputado Junio Amaral (PL-MG), votou favoravelmente ao projeto, “partindo do pressuposto jusnaturalista do direito à autodefesa”. Amaral defendeu ainda “o fim do Estatuto do Desarmamento” e disse que a análise de legalidade caberá à CCJC. 
O STF já derrubou ao menos quatro leis estaduais que ampliavam o porte sob o argumento de “atividade de risco”. Em decisões de 2024, declarou inconstitucionais normas que armavam defensores públicos, vigilantes e agentes socioeducativos. O entendimento: estados não podem ampliar categorias armadas sem demonstrar excepcionalidade concreta. O PL dos veterinários é federal, mas usa o mesmo critério que a Corte rejeitou nas esferas estaduais. 

Pastoral da Terra 

Na justificativa do projeto de lei, o deputado Pollon cita a Comissão Pastoral da Terra (CPT). “Relatórios da CPT registram aumento constante de conflitos rurais, com dezenas de homicídios em áreas de atividade pecuária.” O texto afirma que “os médicos veterinários transitam exatamente nesses territórios, enfrentando condições idênticas às vítimas registradas” 
A CPT não foi consultada e não sabia do uso de seus dados. Questionada pela reportagem, a coordenação nacional afirmou: “Não só não reflete, como a CPT discorda dessa afirmação”. A entidade prepara nota de repúdio sobre o caso. “A prática da Pastoral é registrar a violência para incidir junto ao poder público, justamente para erradicá-la do campo, o que perpassa muito mais pela implementação de políticas de reforma agrária, regularização e proteção dos territórios do que por medidas de armamento e de força policial”, informou a coordenação. 
Maria Petrolina Neto, da coordenadenção nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT)
Maria Petrolina Neto, da coordenadenção nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT)(foto: CTP Nacional)
O relatório anual da CPT, divulgado em abril de 2026, registrou 26 assassinatos no campo em 2025 — o dobro de 2024. Das vítimas, 10 eram sem-terra, sete indígenas, quatro posseiros e cinco de outras categorias. Segundo a Comissão, em 30 anos de registros, a violência no campo segue sobre territórios tradicionais e de povos indígenas. No Mato Grosso do Sul, estado de Marcos Pollon, os indígenas Guarani-Kaiowá são as principais vítimas. Fazendeiros estavam envolvidos em 13 dos 22 conflitos por terra no estado. “Qualquer iniciativa que envolva o armamento da população contribui para o acirramento da violência”, afirmaram Maria Petronila Neto e Ronilson Costa, da coordenação nacional da CPT. 
O PL também cita um “Relatório do Ministério da Justiça sobre segurança no campo”, mas o link está fora do ar. O documento não foi localizado. O deputado Marcos Pollon não respondeu ao Correio. 
Em 2026, avançam propostas de porte para vigilantes, agentes de trânsito, advogados e fiscais ambientais (outro PL de Pollon, já aprovado na mesma comissão). O critério em comum: “atividade de risco”. “O conceito de ‘atividade de risco’ virou um cheque em branco usado pelo lobby armamentista para esvaziar o Estatuto do Desarmamento”, afirmou Uchôa. “O porte deve ser restrito a quem tem poder de polícia ostensivo e o dever institucional de enfrentar o crime. Fora disso, a proteção deve ser coletiva e institucional, não individual.” 
Ronilson Cota, coordenador nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT)
Ronilson Cota, coordenador nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT)(foto: CTP Nacional)
O país já contabiliza mais de 2 milhões de armas com registro ativo no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), crescimento de 144% desde 2017, segundo o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (FBSP, 2024). A partir de 2025, a Polícia Federal passou a fiscalizar um arsenal de 4,8 milhões de armas, somando registros ativos, vencidos e de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs). A PF não divulga portes por categoria profissional; os dados precisam ser solicitados via Lei de Acesso à Informação (LAI). 
O Congresso discute estender esse direito a todos os veterinários do país. Sem dados que demonstrem violência específica contra a categoria, a discussão deixa de ser apenas sobre insegurança rural e passa a envolver até onde o conceito de "atividade de risco" pode ser ampliado para justificar novas exceções ao Estatuto do Desarmamento. O que não existe, por enquanto, é uma definição jurídica de atividade de risco.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Três servidores da Fundação CASA, juntos somam mais de 100 anos de trabalho no Sistema Socieducativo

 







HOMENAGEM DO BLOG AGENTES NA NET JUNTOS MAIS DE 100ANOS DE DEDICAÇÃO AO SISTEMA SOCIOEDUCATIVO PAULISTA
Existem pessoas que passam por uma instituição e deixam sua contribuição. Mas existem aquelas que dedicam uma vida inteira à construção de uma história, ajudando a transformar realidades, inspirando colegas e contribuindo para o fortalecimento do serviço público. Hoje, o BLOG AGENTES NA NET tem a honra de prestar uma justa e emocionante homenagem a três grandes servidores da Fundação CASA que, juntos, somam a extraordinária marca de 102 anos de dedicação ao Sistema Socioeducativo Paulista.
São mais de dez décadas de trabalho, compromisso, responsabilidade e amor pela profissão. Uma trajetória construída diariamente através da dedicação ao atendimento socioeducativo, da convivência com colegas de trabalho e da busca constante pelo fortalecimento da missão institucional da Fundação CASA.
Esta homenagem é destinada a três profissionais que representam a essência do servidor público comprometido com sua função: Henrique Gamba, Jefferson e Marcos Pires.
HENRIQUE GAMBA – 46 ANOS DE HISTÓRIA, EXPERIÊNCIA E DEDICAÇÃO
Falar de Henrique Gamba é falar de uma trajetória que se confunde com a própria história da Fundação CASA. São 46 anos dedicados ao serviço público, atravessando diferentes momentos, transformações e desafios do sistema socioeducativo paulista.
Ao longo de quase meio século de trabalho, Henrique demonstrou competência, equilíbrio, liderança, respeito e compromisso com a instituição. Sua experiência acumulada ao longo dos anos tornou-se uma fonte de aprendizado para inúmeras gerações de servidores que tiveram o privilégio de compartilhar sua caminhada profissional.
Seu legado ultrapassa os números. Ele está presente nos ensinamentos transmitidos, nos exemplos deixados e no respeito conquistado junto aos colegas de profissão. Henrique representa a perseverança, a responsabilidade e a dedicação que ajudam a construir uma instituição mais forte e humana.
JEFFERSON – 31 ANOS DE COMPROMISSO COM A SOCIOEDUCAÇÃO
Com 31 anos de trabalho na Fundação CASA, Jefferson construiu uma trajetória pautada pela honestidade, profissionalismo e companheirismo.
Ao longo de sua carreira, atuou em diversos centros socioeducativos, enfrentando desafios, compartilhando experiências e contribuindo para o desenvolvimento do trabalho socioeducativo em diferentes unidades.
Sua postura ética, seu respeito aos colegas e sua dedicação às atividades desempenhadas fizeram dele uma referência para muitos profissionais que tiveram a oportunidade de trabalhar ao seu lado.
Jefferson representa a força daqueles que diariamente cumprem sua missão com responsabilidade, contribuindo para o funcionamento da instituição e para a construção de um ambiente de trabalho baseado no respeito e na cooperação.
MARCOS PIRES – 25 ANOS DE AMIZADE, HUMILDADE E DEDICAÇÃO
Celebrando 25 anos de Fundação CASA, Marcos Pires é reconhecido por sua humildade, simpatia, espírito de equipe e dedicação ao trabalho.
Ao longo de sua trajetória, construiu amizades sólidas, conquistou o respeito de colegas e demonstrou diariamente seu compromisso com a instituição e com os valores que norteiam o serviço público.
Marcos é daqueles profissionais que sempre encontram uma palavra de incentivo, um gesto de apoio ou uma forma de colaborar com quem precisa. Sua presença marcante e seu jeito acolhedor fazem dele uma pessoa admirada por todos que convivem com ele.
Sua história demonstra que a grandeza de um profissional não se mede apenas pelo tempo de serviço, mas também pela forma como trata as pessoas e pela contribuição que deixa ao longo de sua caminhada.
UM LEGADO DE MAIS DE UM SÉCULO DE SERVIÇO PÚBLICO
Juntos, Henrique Gamba, Jefferson e Marcos Pires representam mais do que 102 anos de trabalho. Representam valores fundamentais que sustentam o Sistema Socioeducativo Paulista: ética, respeito, compromisso, profissionalismo, dedicação e humanidade.
Durante todos esses anos, ajudaram a construir uma instituição mais forte, contribuíram para a formação de novos servidores e participaram diretamente da missão de atender milhares de adolescentes e famílias ao longo de suas carreiras.
São histórias que merecem ser valorizadas, reconhecidas e celebradas. Histórias que demonstram a importância do servidor público e sua contribuição para a sociedade.
O RECONHECIMENTO DO BLOG AGENTES NA NET
O BLOG AGENTES NA NET sente-se honrado em prestar esta homenagem a esses três grandes profissionais da Fundação CASA.
Que este reconhecimento simbolize a gratidão de colegas, amigos e admiradores por tudo aquilo que cada um construiu ao longo de sua trajetória.
Vocês representam o orgulho da categoria, o exemplo para as novas gerações e a demonstração de que a dedicação ao serviço público é capaz de deixar marcas positivas que atravessam o tempo.
Parabéns, Henrique Gamba!
Parabéns, Jefferson!
Parabéns, Marcos Pires!
Que suas histórias continuem inspirando todos aqueles que acreditam na importância da socioeducação, do compromisso profissional e da valorização do servidor público.
São 102 anos de trabalho, dedicação, amizade, respeito, profissionalismo e amor pela Fundação CASA.
Uma história construída por grandes homens.
Um legado que permanecerá vivo para sempre na memória de seus colegas e de toda a família Fundação CASA.
BLOG AGENTES NA NET
"Homenageando aqueles que fazem a diferença e constroem diariamente a história do Sistema Socioeducativo Paulista."




 

Primeiro lote da restituição do IRPF 2026 será pago na sexta-feira pela Receita Federal

 

Prazo para envio da declaração do Imposto de Renda termina na sexta-feira (29)
Osvaldo Sato-
Primeiro lote de restituição será pago na quinta-feira. (Joédson Alves, Agência Brasil)

A Receita Federal começa a pagar nesta sexta-feira (28) o primeiro lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física 2026. O pagamento será feito diretamente na conta bancária informada pelo contribuinte durante o envio da declaração. Neste lote, recebem primeiro os grupos com prioridade legal, como idosos, pessoas com deficiência, professores e contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram pelo recebimento via Pix.

O início das restituições ocorre nos últimos dias do prazo de entrega da declaração do IRPF, que termina na sexta-feira (29). Quem ainda não enviou o documento deve se apressar para evitar multa por atraso. A Receita alerta que o envio perto do encerramento do prazo pode causar lentidão no sistema, devido ao grande volume de acessos.

A restituição é liberada quando a Receita identifica que o contribuinte pagou mais imposto do que deveria ao longo do ano. Após o processamento da declaração, o valor excedente é devolvido em lotes mensais. A consulta para saber se o pagamento foi liberado pode ser feita no portal da Receita Federal, utilizando CPF e data de nascimento.

Malha fina e declaração pré-preenchida

A orientação é de que os contribuintes revisem todas as informações antes do envio da declaração. Dados incorretos, omissão de rendimentos ou erros em despesas médicas e deduções podem levar a declaração para a malha fina, atrasando a restituição. Também é importante conferir os dados bancários para evitar problemas no recebimento.

Neste ano, a Receita reforçou o incentivo ao uso da declaração pré-preenchida, sistema que reúne automaticamente diversas informações fiscais do contribuinte. A ferramenta busca reduzir erros e agilizar o processamento das declarações. Quem utilizou esse modelo e escolheu receber por Pix entrou na lista de prioridade para restituição.

O contribuinte que perder o prazo de entrega estará sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a até 20% do imposto devido. Mesmo quem não conseguiu reunir toda a documentação deve enviar a declaração dentro do prazo e fazer correções posteriormente, se necessário.

A expectativa da Receita Federal é receber milhões de declarações até o fim desta semana. O órgão também recomenda que os contribuintes acompanhem o status do documento pelos canais oficiais, já que pendências podem ser corrigidas rapidamente para evitar atrasos na restituição dos próximos lotes.

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(Revisão: Dáfini Lisboa)

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