sábado, 19 de setembro de 2026

Vamos privatizar banco do brasil e petrobras para reduzir juros’

 



BrasilO Globo, Brasil 18 de septiembre de 2026

Entrevista

Entrevista
Ex-diretor do BNDES durante o governo Michel Temer e ex-secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade no ministério de Paulo Guedes durante a gestão de Jair Bolsonaro, Carlos da Costa afirma que uma eventual presidência de Romeu Zema (Partido Novo) vai privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil em seis meses. Com isso e com outras medidas de corte de gastos, afirma, será possível reduzir a dívida pública e viabilizar o corte de juros no Brasil. Ele defende ainda ajustes na Reforma Tributária e uma redução de tarifas de importação como estratégia de negociação comercial com os Estados Unidos. E propõe um pagamento de bônus (performance bonds) para empresas que capacitarem e empregarem beneficiários do Bolsa Fam


ília. Confira os principais trechos da entrevista na série com os representantes econômicos dos candidatos à Presidência da República.
Em um eventual governo Zema, em 2027, qual seria a primeira medida fiscal a ser adotada?
A principal medida será um corte de gastos. Sem isso, o país vai quebrar. E o Brasil não quebra só do ponto de vista público, as empresas vão quebrar e os cidadãos também, porque os juros estão muito altos. Outra vertente vai ser uma redução de 30% dos cargos comissionados. E vamos congelar todas as contratações no setor público federal. Outra coisa é reverter o prejuízo das estatais. Vamos acabar com os penduricalhos. Vamos trabalhar com o Congresso para reduzir à metade as emendas parlamentares. Vamos manter apenas o fundo partidário, que é a menor parte dos recursos que vão para os partidos, e acabar com o fundo eleitoral. Nós vamos também desvincular os gastos que estão no Orçamento com Saúde e Educação. Haverá metas de desempenho para essas áreas. E por último, o aumento do PIB real vai trazer mais cerca de R$ 90 bilhões para a arrecadação.
Qual será o tamanho do ajuste fiscal no primeiro ano?
No total, no primeiro ano, nós temos um ajuste de 2% do PIB. Vamos passar de um déficit de 0,5% primário, que é uma irresponsabilidade do governo atual, para um superávit de 1,5%. Isso são R$ 230 bilhões. Isso é impacto no primeiro ano, que junto com a privatização do Banco do Brasil e da Petrobras, que a gente estima que seja feita por volta de junho ou julho, vai fazer com que a dívida pública se estabilize no segundo semestre. E depois ela começa a cair. Por quê? Porque no segundo ano nós temos mais ajustes. Temos a Reforma Administrativa, a redução dos gastos tributários, lentamente para o setor privado se adaptar. E assim por diante. Nós estimamos que com o crescimento e mais todas essas medidas e a redução dos juros que vem com essas medidas, que é um componente importante do aumento do gasto público nos últimos anos, a relação dívida/PIB caia para 75% no final do quarto ano.
O senhor imagina que consegue privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil no primeiro ano do governo?
É isso mesmo, a gente só consegue se for no primeiro ano. É quando o governo, o Executivo, tem mais poder de fazer esse tipo de mudança. Jair Bolsonaro, no final do governo, que é quando não se tem mais energia política para fazer nada, conseguiu privatizar a Eletrobras. Mais de 50% da população já se manifestou em pesquisas a favor da privatização. E o momento inicial do governo é quando o Executivo, que já vem trabalhando na transição desde novembro, tem mais poder. Isso é necessário, principalmente quando a gente entende que isso vai baixar extremamente rápido as taxas de juros.
No caso da Petrobras, vocês venderiam a empresa como um bloco só? Ou seria a estratégia que foi adotada no governo Bolsonaro, de dividir em várias empresas?
É exatamente isso. Nós vamos dividir em blocos a parte de exploração e produção, e a parte de refino e alguns petroquímicos. A gente vai também privatizar por refinarias, como já começou a ser feito lá no governo Bolsonaro. Quanto mais concorrência, melhor o serviço e mais baixo o preço para a população. No caso do refino, nós vamos colocar uma regra que foi a mesma adotada no Marco do Saneamento, que é o compromisso com investimentos. Porque só o setor privado consegue desatar um nó que existe hoje, que é o seguinte, o refino dá lucro no Brasil. Só que a Petrobras não tem recursos para investir nisso. E quando tinha, foi o Petrolão.
E qual será a âncora fiscal de um eventual governo Zema?
A nossa âncora vai ser gasto. Nós vamos, depois de reduzir os gastos, ter o teto de gastos, que foi uma política muito bem-sucedida, criada no governo Temer, e que a gente acha que deve continuar. Só que vamos melhorar essa política com aquilo que o presidente (Javier) Milei está fazendo na Argentina. Se você não conseguir cumprir o teto de gastos, a gente tem vários gatilhos: os parlamentares ficam sem salário, ministros e secretários ficam sem salário, o salário do servidor público é congelado, e assim por diante.
O governo Zema faria uma nova Reforma da Previdência? Para além da reforma, está nos planos do governo mudar as regras atuais de pensões e aposentadorias, desindexando esses benefícios do salário mínimo?
Nós vamos ter a meta de redução de 10% do déficit da Previdência anualmente. Vamos criar o Conselho da Previdência, tripartite, trabalhadores, empresários e governo. E o Conselho da Previdência vai decidir anualmente quais são os parâmetros que vão ser ajustados. Inclusive, eventualmente, se o Conselho decidir, uma desvinculação do salário mínimo. Mas não é um tecnocrata que tem de tomar essa decisão. Nós vamos simplesmente dizer o seguinte, esse déficit, que é de R$ 400 bilhões, vai ter que diminuir para R$ 360 bilhões. Aí a sociedade vai discutir e vai escolher os parâmetros.
A regra de reajuste do salário mínimo será mantida?
A gente acredita que pelo menos o poder de compra real do salário mínimo precisa ser mantido. Ao longo do tempo, estamos convictos de que cada vez menos pessoas vão ganhar salário mínimo, porque as pessoas vão evoluir, vão florescer. Essa discussão de salário mínimo, para mim, é a gente desfocar daquilo que realmente importa: como a gente aumenta a produtividade para que as pessoas tenham salários cada vez maiores. A produtividade brasileira é 25% da produtividade dos Estados Unidos, por exemplo.
Como a campanha de Zema avalia a Reforma Tributária?
Ainda antes do atual governo, havia uma proposta sólida para simplificar tributos. Esse era o objetivo inicial. Só que esse governo atual criou o manicômio ao quadrado. Ele conseguiu fazer com que ficasse mais complexo do que o atual. Só que a gente não quer retroceder, porque a gente acha que o conceito é bom. O que a gente quer é, já em novembro e dezembro, junto com as entidades empresariais, discutir simplificações. Por exemplo, o split payment é uma coisa que a sociedade não está madura para fazer. A empresa que está no Simples vai ser muito punida, porque ela não gera crédito. Nós precisamos gerar crédito para empresas que estão no Simples.
Como vão lidar com as tarifas impostas pelos EUA?
Eu tenho convicção de que esse tarifaço é reversível. Eu participei da negociação, por exemplo, lá no outro governo Trump, quando eles queriam impor tarifas sobre o aço brasileiro. Sabemos exatamente como eles pensam e conseguimos reverter na época essa iniciativa com um diálogo, e não com um enfrentamento, como o atual governo quer fazer. Os Estados Unidos colocam tarifa porque o Brasil tem tarifas altas, que tem mesmo, e aí o Brasil coloca mais alto ainda e todo mundo vai sair perdendo. Sabemos que, se negociarmos com os Estados Unidos, esse tarifaço é revertido. Desde que nós também tenhamos compromissos de redução das alíquotas de importação, que é exatamente o que queremos fazer.
O candidato Zema defende que adultos saudáveis que recusem oferta de trabalho não poderão continuar no Bolsa Família. Mas 75% dos empregos com carteira assinada no Brasil este ano foram ocupados por beneficiários do Bolsa Família. O que será de diferente então?
Adultos saudáveis têm que trabalhar, é assim que as pessoas avançam. As pessoas se santificam pelo trabalho. Nós queremos dar R$ 5 mil para as pessoas que forem para o mercado e ficarem durante um certo número de meses trabalhando, nós queremos apoiar cooperativas para que absorvam essas pessoas e as ajudem a se qualificar e até a empreender. Queremos fazer com que as empresas que qualificarem as pessoas que estão no Bolsa Família sejam remuneradas pela empregabilidade dessas pessoas. Estamos trazendo o que há de mais recente hoje no mundo, que são os chamados performance bonds. Então, aquelas empresas que forem treinar quem está no Bolsa Família e conseguirem maiores percentuais de empregabilidade vão ganhar mais dinheiro. E isso se paga, porque o governo vai economizar, porque vai pagar menos Bolsa Família.
Carlos da Costa / Coordenador do programa econômico de Romeu Zema


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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Tarcísio usou privatização da Sabesp para se aliar a Leite, investigado por ligação com PCC

 


Governador de São Paulo costurou acordo que levou o ex-vereador de volta ao Palácio dos Bandeirantes

Por Igor Carvalho – Brasil de Fato

Um evento na Vila Emir, bairro da zona sul de São Paulo (SP), no dia 17 de janeiro de 2024, selou a aliança entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o então vereador Milton Leite, que presidia a Câmara Municipal da capital paulista. Era a entrega da primeira fase de implantação da Usina Fotovoltaica Flutuante Araucária.

A obra não era o fato mais importante no evento, que tinha uma grande claque de apoiadores de Leite gritando o nome do vereador e o chamando de “lindo”. Quando pegou o microfone, Tarcísio também não hesitou em elogiar o parlamentar.

“Que o Milton é querido, tudo bem, a gente já sabia. Agora, lindão? Mas é o seguinte: eu estava olhando melhor, Milton. Se é para ganhar o coração do Miltão, é lindão mesmo”, afirmou o governador.

Nesta quinta-feira (17), uma operação contra a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no poder público e no sistema de transporte coletivo atingiu o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal Milton Leite e Danilo Morgado (PL), candidato a deputado estadual pelo partido de Flávio Bolsonaro.

Leite teve a prisão decretada e é considerado foragido pela polícia, enquanto Morgado foi preso. Batizada de Vectura Corrupta, a operação busca cumprir 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão em São Paulo, Santana de Parnaíba, São Bernardo do Campo, Diadema, Santos, Praia Grande e Cubatão. A ação é realizada pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de Mogi das Cruzes, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo.

A investigação identificou 12 empresas de transporte coletivo que seriam controladas, direta ou indiretamente, pelo PCC. Segundo a Polícia Civil, os elementos reunidos apontam para uma possível infiltração da organização criminosa no sistema de transporte público da capital, com atuação de integrantes e intermediários da facção em empresas e procedimentos licitatórios.

A aliança

Os meses que antecederam o encontro na Vila Emir foram de negociações entre Leite, Tarcísio e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB). Na pauta, a privatização da Sabesp e as eleições municipais de 2024. O trio não disfarçou que seus interesses pessoais seriam fundamentais para desatar os nós dos assuntos políticos.

A privatização da Sabesp, uma das principais bandeiras da campanha de 2022 de Tarcísio de Freitas, esbarrava em uma cláusula no contrato da estatal com o município de São Paulo. O projeto de venda da empresa de saneamento e fornecimento de água dependia da aprovação da Câmara Municipal. Na posição de presidente da Casa, Leite era o responsável por pautar o plenário e segurava o projeto desde setembro de 2023.

Por outro lado, Leite queria recuperar a influência que teve no Palácio dos Bandeirantes durante os governos de João Doria e Rodrigo Garcia, ambos do PSDB, e participar da escolha do vice na chapa de Ricardo Nunes, que disputaria a reeleição naquele ano.

Meses antes, em outubro de 2023, Leite havia mandado um duro recado para Freitas e Nunes, que trabalhavam pela privatização da Sabesp. “A gente está vendendo a Emae para uma empresa. E estamos vendendo a Sabesp, pelo menos pelo que consigo entender, para uma outra empresa. Veja o antagonismo que nós temos”, disse Leite, que complementou: “O setor empresarial vai ficar maluco com essa situação. Nós não estamos jogando água no chope deles, mas não vamos abrir mão dos direitos da cidade de São Paulo”.

Enquanto usava a privatização da Sabesp para pressionar Nunes e Tarcísio, Leite também jogava com as pretensões do deputado federal Kim Kataguiri, que estava no União Brasil, partido liderado pelo vereador em São Paulo.

Kataguiri pretendia disputar a prefeitura paulistana e Leite usava sua pré-candidatura para ameaçar Nunes, que queria o apoio do União Brasil em São Paulo. O partido tinha sete vereadores e era fundamental para a construção da maioria na Câmara dos Vereadores.

Poder e influência

Além disso, Leite sempre controlou muitos territórios e subprefeituras em São Paulo, o que lhe garantia poder e influência durante os períodos eleitorais. Nunes tinha interesse em trazer para perto o presidente da Câmara e estava disposto a ceder.

Leite conseguiu apoio de Nunes para garantir o vereador Ricardo Teixeira (União) na presidência da Câmara Municipal, mantendo o comando da casa legislativa sob comando de seu partido em São Paulo.

Tarcísio de Freitas garantiu que Leite voltaria a ter influência no Palácio dos Bandeirantes, o que se confirmou com a saída de Gilberto Kassab (PSD) da Casa Civil e a indicação de Arthur Lima, do União Brasil, aliado do ex-vereador.

Após os acordos com Nunes e Tarcísio, Leite tornou célere a tramitação do projeto de privatização da Sabesp na Câmara Municipal e a cláusula que impedia a venda da estatal à iniciativa privada foi derrubada.

A relação se tornou tão estreita que, há 18 dias, durante o lançamento da candidatura dos filhos do ex-vereador, Alexandre Leite, a deputado estadual, e Milton Leite Filho, a deputado federal, Tarcísio elogiou o aliado.

“Assim que nós chegamos em São Paulo, nós fomos

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

PM cumpre mandado e apreende adolescente

 

Jovem foi localizado durante patrulhamento e encaminhado à Fundação Casa de Araraquara após os procedimentos no plantão.
pmuUm adolescente foi apreendido pela Polícia Militar na noite de quarta-feira (16), no bairro Antenor Garcia, em São Carlos, em cumprimento de um mandado de busca e apreensão. A abordagem ocorreu por volta das 21h45, na Rua Guarino Baldan, durante patrulhamento de rotina.

Segundo o boletim de ocorrência, os policiais já tinham conhecimento da ordem judicial. Ao transitarem pela via, reconheceram o adolescente caminhando e realizaram a abordagem.

Após a identificação, o jovem foi conduzido ao Plantão Policial de São Carlos. A ocorrência foi registrada como apreensão de adolescente e cumprimento de mandado de busca e apreensão.

A ordem havia sido expedida em 4 de setembro de 2026 e tinha prazo de validade de seis meses. Conforme o documento apresentado à polícia, o processo tramitava na 2ª Vara Criminal de São Carlos.

O histórico do boletim não detalha o fato que motivou a expedição do mandado. A atuação descrita no registro se refere ao cumprimento da determinação judicial.

Concluídos os procedimentos no plantão, o adolescente foi encaminhado à Fundação Casa de Araraquara. A Polícia Civil também registrou a realização das comunicações necessárias para dar sequência ao cumprimento da decisão

ECA Digital: redes sociais com menores têm até hoje para entregar relatório

 

Plataformas digitais acessadas por crianças e adolescentes com mais de 1 milhão de usuários menores de 18 anos precisam publicar, até 17 de setembro, o primeiro relatório semestral de transparência previsto no ECA Digital.

O que aconteceu

Obrigação vale para provedores de aplicações de internet voltados a menores de idade ou com acesso provável por esse público. A determinação está no artigo 31 do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que exige a divulgação do documento no site da própria plataforma.

ANPD esclareceu que o prazo deve considerar a data em que a lei completa um ano. Em despacho decisório publicado no Diário Oficial na terça-feira (11), a Agência Nacional de Proteção de Dados informou que, em ambos os recortes aceitos para o relatório inicial, a publicação precisa ocorrer até 17 de setembro de 2026.

Conteúdo UOL

Relatório inicial deve cobrir o primeiro semestre de 2026, com uma exceção para quem não tem dados consolidados no começo do ano. A regra geral é abranger de 1º de janeiro a 30 de junho de 2026, mas plataformas sem dados sistematizados de janeiro e fevereiro podem limitar o período a 17 de março a 30 de junho de 2026, data de entrada em vigor da legislação.

ANPD recomenda que as empresas também enviem o documento ao órgão por e-mail. A orientação é encaminhar o relatório para monitoramento@anpd.gov.br, além de manter a versão publicada no site como prestação de contas à sociedade e ao poder público.

O que o relatório deve trazer

Documento precisa detalhar como a plataforma protege crianças e adolescentes e como lida com riscos e denúncias. O ECA Digital lista informações mínimas que devem constar no relatório semestral de transparência.

Entre os itens exigidos estão dados sobre denúncias, moderação e medidas de prevenção a ilícitos. O relatório deve incluir, em tópicos:

  • canais de denúncia disponíveis e sistemas/processos de apuração;
  • quantidade de notificações recebidas, por categoria, e os encaminhamentos dados;
  • quantidade de moderações de conteúdo ou de contas;
  • medidas para identificar atos ilícitos e contas infantis em redes sociais;
  • aprimoramentos técnicos para proteger dados e privacidade de crianças e adolescentes;
  • medidas para garantir o consentimento parental.
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Texto também precisa explicar métodos e resultados de avaliações de impacto e gestão de riscos. O documento deve detalhar os métodos usados e apresentar os resultados das avaliações de impacto, além da identificação e do gerenciamento de riscos à segurança e à saúde desse público.

Próximos prazos

Relatório do segundo semestre de 2026 passa a seguir o calendário civil e tem data diferente de publicação. Ele deve cobrir o período de 1º de julho a 31 de dezembro e ser publicado até 1º de fevereiro.

A partir de 2027, o cronograma muda para um padrão fixo ao longo do ano. O relatório do primeiro semestre passa a ser publicado até 1º de agosto de cada ano, mantendo a lógica de semestres civis regulares.

Defenda a verdade
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