quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Homenagem pelos 25 anos de Fundação CASA

 





Homenagem pelos 25 anos de Fundação CASA

Nilson Ferreira da Silva

Celebrar 25 anos de dedicação à Fundação CASA é celebrar uma trajetória marcada por compromisso, responsabilidade e, acima de tudo, humanidade. Nilson Ferreira da Silva construiu ao longo de um quarto de século uma história que ultrapassa o simples cumprimento do dever: é uma história de serviço público de verdade, feito no chão da unidade, no contato direto com a realidade mais desafiadora do sistema socioeducativo.

Foram 25 anos de presença constante, de resistência diante das dificuldades, de firmeza nos momentos duros e de sensibilidade quando ela foi mais necessária. Trabalhar na Fundação CASA exige equilíbrio emocional, preparo técnico e, sobretudo, vocação. Nilson demonstrou, dia após dia, que reúne todas essas qualidades, contribuindo de forma concreta para o funcionamento do sistema e para a missão de ressocialização de adolescentes em conflito com a lei.

Ao longo dessa caminhada, Nilson vivenciou mudanças institucionais, transformações nas políticas públicas, avanços e retrocessos. Mesmo assim, permaneceu fiel aos princípios que norteiam o serviço público: respeito, ética, profissionalismo e compromisso com a função social da Fundação CASA. Seu trabalho ajudou a garantir não apenas a segurança das unidades, mas também a dignidade no atendimento socioeducativo.

São 25 anos de histórias, aprendizados e desafios superados. São 25 anos de contribuição direta para que a Fundação CASA siga cumprindo seu papel perante a sociedade paulista. Uma trajetória que inspira colegas, fortalece o coletivo de servidores e demonstra que o verdadeiro patrimônio da instituição são as pessoas que a constroem diariamente.

Essa homenagem representa o reconhecimento por uma vida profissional dedicada, por cada plantão, cada decisão difícil, cada momento em que foi preciso manter a postura e o compromisso, mesmo diante das adversidades. Nilson Ferreira da Silva é parte viva da história da Fundação CASA, e seu legado se soma à luta cotidiana de tantos servidores e servidoras que sustentam a instituição com trabalho e dignidade.

Que esses 25 anos sejam motivo de orgulho, respeito e valorização. Que venham mais conquistas, saúde e reconhecimento. A Fundação CASA é mais forte porque contou — e conta — com profissionais como você.

Parabéns pelos 25 anos de história, dedicação e serviço público.

Seu trabalho faz a diferença. 👏🏾

HOMENAGEM AOS 25 ANOS DE SERVIÇOS PRESTADOS




 

Cassiano José de Arruda Falcão

25 anos de dedicação, compromisso e história na Fundação CASA

Há trajetórias que não se medem apenas pelo tempo, mas pelo impacto que deixam

A história de Cassiano José de Arruda Falcão na Fundação CASA é uma dessas histórias que se confundem com a própria construção do serviço público socioeducativo no Estado de São Paulo.

São 25 anos de serviços prestados, marcados por responsabilidade, ética, resiliência e, acima de tudo, compromisso com a missão institucional da Fundação CASA. Um profissional que atravessou diferentes fases da instituição, enfrentou desafios, mudanças de gestão, transformações estruturais e, mesmo assim, permaneceu firme, honrando diariamente o seu papel como servidor público.

Ao longo de sua caminhada, Cassiano não foi apenas um trabalhador da Fundação CASA. Foi referência, foi presença constante, foi exemplo de perseverança. Em um sistema que exige equilíbrio emocional, responsabilidade técnica e humanidade, sua atuação sempre demonstrou que o verdadeiro serviço público se constrói com seriedade, respeito e dedicação cotidiana.

Cada ano desses 25 representa incontáveis jornadas de trabalho, momentos difíceis, decisões importantes e, sobretudo, a contribuição direta para a execução das medidas socioeducativas. Um trabalho que, muitas vezes, não aparece aos olhos da sociedade, mas que é essencial para a garantia de direitos, para a ressocialização e para o funcionamento do sistema socioeducativo.

Celebrar essa marca é reconhecer que a Fundação CASA é feita por pessoas. Pessoas como Cassiano, que constroem a instituição no dia a dia, com esforço silencioso, compromisso coletivo e orgulho de servir.

Essa homenagem não é apenas pelo tempo de casa, mas pela história construída, pelo legado deixado e pela dignidade com que exerceu sua função ao longo de um quarto de século.

Que esses 25 anos sejam motivo de orgulho, respeito e reconhecimento.

Que sua trajetória siga sendo inspiração para colegas de trabalho e para todos que acreditam no serviço público forte, humano e comprometido.

Parabéns, Cassiano José de Arruda Falcão.

A sua história faz parte da história da Fundação CASA.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

piloto despedido depois de participar de uma manifestação sindical deverá ser reintegrado TRT-4 reconhece dispensa discriminatória e determina reintegração de copiloto

 


 

16 de novembro de 2025, 15h45

A 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) decidiu que um copiloto despedido depois de participar de uma manifestação sindical deverá ser reintegrado à companhia aérea e receber indenização por danos morais. A decisão reformou a sentença da 10ª Vara do Trabalho de Porto Alegre.

Unplash

Copiloto é reintegrado depois de demissão motivada por protesto sindical

A reparação por danos morais foi fixada, por maioria de votos, em R$ 20 mil. Além disso, o trabalhador deverá receber a remuneração total a que teria direito desde que foi dispensado, em agosto de 2022. O valor total do processo é estimado, provisoriamente, em R$ 100 mil.

O contrato de trabalho durou 12 anos. Dois dias depois de integrar um protesto na sede da empresa, o empregado foi dispensado sem justa causa. Fotos comprovaram a atuação do copiloto na manifestação e a ampla cobertura da imprensa sobre o movimento. Os aeronautas protestavam contra uma decisão da companhia sobre questões financeiras relacionadas à pandemia.

Em sua defesa, a companhia afirmou que a despedida aconteceu por causa de uma adequação do quadro, baixa produtividade e que o trabalhador não mais atendia ao perfil desejado pela empresa. Sustentou, ainda, desconhecer a manifestação organizada na data que antecedeu a dispensa.

Reintegrada à empresa depois de determinação judicial, uma testemunha confirmou que foi despedida depois de participar da mesma manifestação, também mediante alegação de baixa produtividade. O suposto baixo rendimento nunca havia sido levado ao conhecimento do depoente até a rescisão contratual.

No primeiro grau, a decisão considerou que não foi comprovada a conduta antissindical e a consequente discriminação. O empregado recorreu ao TRT-4.

Para o relator do acórdão, juiz convocado Frederico Russomano, o fato de a testemunha ter sido dispensada um dia depois do protesto, confirma a tese do autor da ação.

“Note-se que a testemunha fora dispensada no dia seguinte à manifestação e o autor no dia subsequente. Assim, ante a prova testemunhal que aponta comportamento discriminatório da ré e a insuficiência da prova produzida pela empresa, tenho pela procedência da ação”, concluiu o magistrado.

Os desembargadores Luiz Alberto de Vargas e Brígida Joaquina Barcelos Charão também participaram do julgamento. O voto da desembargadora foi divergente quanto ao valor da indenização por danos morais, que, segundo seu entendimento, deveria ter sido de R$ 100 mil. A empresa recorreu ao Tribunal Superior do Trabalho.

Legislação

Lei n. 9.025/95 veda práticas discriminatórias nas relações de trabalho. O artigo 1º proíbe: “qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso à relação de trabalho, ou de sua manutenção, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros, ressalvadas, nesse caso, as hipóteses de proteção à criança e ao adolescente previstas no inciso XXXIII do artigo 7º da Constituição Federal”.

O artigo 4º prevê que a demissão discriminatória, além do direito do trabalhador à indenização por danos morais, garante o direito do empregado de optar entre: “I – a reintegração com ressarcimento integral de todo o período de afastamento, mediante pagamento das remunerações devidas, corrigidas monetariamente e acrescidas de juros legais; II – a percepção, em dobro, da remuneração do período de afastamento, corrigida monetariamente e acrescida dos juros legais”.

O Brasil é signatário das Convenções 111 e 117 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), nas quais é reafirmado o compromisso da comunidade internacional em promover a eliminação da discriminação em matéria de emprego e ocupação. Assim, o direito potestativo de dispensa não é ilimitado e comporta restrições à luz dos princípios da dignidade da pessoa humana, do valor social do trabalho, da função social da empresa, da não discriminação, entre outros. Com informações da assessoria de imprensa do TRT-4.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Adolescente da Fundação Casa com bala alojada na coluna foge de hospital na zona leste de SP

 


Segundo a Fundação Casa, o adolescente pediu água ao funcionário que o acompanhava e aproveitou o momento para fugir

hospital do tatuapé

O jovem estava internado na unidade Casa Vila Guilherme e seguia para o Hospital do Tatuapé para realizar exames quando fugiu. Foto: Divulgação/ Prefeitura de SP

Redação Jornal de Brasília

20/01/2026 14h06

PAULO EDUARDO DIAS
FOLHAPRESS

Um adolescente que cumpre medida socioeducativa na Fundação Casa fugiu durante atendimento médico na noite de segunda-feira (19), no Tatuapé, na zona leste de São Paulo.

O jovem, que não teve a idade divulgada, estava internado na unidade Casa Vila Guilherme, na zona norte, e foi levado ao Hospital do Tatuapé para realizar exames. Ele tem um projétil alojado na coluna após levar um tiro.

Segundo a Fundação Casa, o adolescente pediu água ao funcionário que o acompanhava e aproveitou o momento para fugir.

A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas, mas até a tarde desta terça-feira (20) ele não havia sido localizado.

A mãe do jovem foi avisada sobre a fuga. Segundo a Fundação Casa, ela informou aos funcionários que o filho deve se reapresentar à unidade nesta terça-feira (20).

A instituição informou que adotou as providências necessárias para apurar o caso

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Jovem é presa ao tentar entrar com drogas em CDP de Ribeirão Preto


 


Uma jovem de 20 anos foi presa em flagrante na manhã de sábado (17) ao tentar entrar com drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher passou pelo procedimento de scanner corporal na entrada da unidade prisional, quando os agentes identificaram um objeto suspeito na região pélvica. Questionada sobre a imagem apontada pelo equipamento, ela acabou confessando que transportava entorpecentes.

Ainda segundo o registro policial, a jovem carregava 125 papelotes de maconha, que seriam entregues ao companheiro, que está preso no local. A suspeita é moradora da cidade de Severínia.

No momento da abordagem, a mulher estava acompanhada do filho, de apenas 3 anos. Após a prisão, ela foi encaminhada à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça. A criança foi acolhida por uma equipe do Conselho Tutelar e levada para um abrigo, onde recebeu atendimento e proteção.

O caso foi registrado como tráfico de drogas e será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: QRU News



domingo, 18 de janeiro de 2026

Fundação Casa registra menor taxa de reincidência desde 2016

 


 Fundação Casa registra menor taxa de reincidência desde 2016

Fundação Casa – 3.out.22/Divulgação

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A Fundação Casa encerrou o ano de 2025 com um marco significativo em sua trajetória: a menor taxa de reincidência anual desde 2016. O índice, que atingiu 20,66%, reflete uma persistente e bem-sucedida curva de declínio que se iniciou em 2020. Essa conquista representa um avanço notável nos esforços de ressocialização e reintegração de adolescentes em conflito com a lei, evidenciando a eficácia das estratégias e programas implementados pela Fundação Casa ao longo dos últimos anos. Mais do que um dado estatístico, o resultado aponta para um impacto social positivo, oferecendo novas perspectivas para jovens e suas famílias, e reforçando o compromisso da instituição com a construção de um futuro mais seguro e inclusivo para a sociedade.

A tendência de queda e o cenário histórico

Reincidência em declínio: um olhar aprofundado nos números

A taxa de 20,66% registrada pela Fundação Casa em 2025 não é apenas um número isolado, mas o ápice de uma série histórica que se mostra progressivamente positiva. Desde que a instituição começou a monitorar sistematicamente esse indicador em 2016, a taxa de jovens que retornam ao sistema socioeducativo após o cumprimento de medida tem sido um termômetro crucial da eficácia de suas ações. O dado de 2025 representa um ponto baixo inédito nessa série, confirmando uma tendência de queda contínua observada desde 2020.

Este cenário favorável sugere que as intervenções implementadas nos últimos cinco anos têm gerado frutos consistentes. A análise dos anos anteriores revela um esforço incremental na adaptação e aprimoramento das metodologias de atendimento. Em 2016, a taxa serviu de base para a criação de metas e o desenvolvimento de programas mais focados na prevenção da reincidência. O declínio a partir de 2020 pode estar associado a uma série de fatores interligados, como o reforço das equipes multidisciplinares, a ampliação da oferta de cursos profissionalizantes e educativos, e uma maior integração com as redes de apoio familiar e comunitário. A consistência da queda indica que não se trata de um evento isolado, mas sim de uma mudança estrutural na abordagem da ressocialização dentro da Fundação Casa, refletindo um empenho contínuo em promover a transformação juvenil.

Estratégias e programas de ressocialização eficazes

O pilar da educação, profissionalização e apoio psicossocial

O sucesso na redução da reincidência pela Fundação Casa é reflexo direto de uma abordagem multifacetada e de um investimento contínuo em programas de ressocialização que visam oferecer suporte integral aos adolescentes. Um dos pilares fundamentais é a educação, com a garantia de acesso à escolarização formal, desde o ensino fundamental até o médio, e a oferta de atividades culturais e esportivas que estimulam o desenvolvimento cognitivo e social. Muitos jovens que chegam à Fundação Casa apresentam defasagem escolar, e a recuperação desse tempo é vital para suas futuras oportunidades, preparando-os para o retorno à sociedade com um repertório mais amplo.

Paralelamente à educação formal, a profissionalização emerge como um diferencial estratégico. Cursos profissionalizantes em diversas áreas – como culinária, informática, marcenaria, beleza e manutenção – são oferecidos para capacitar os adolescentes com habilidades demandadas pelo mercado de trabalho. Essa formação não só os prepara para a inserção profissional após o cumprimento da medida, mas também eleva sua autoestima e lhes oferece perspectivas concretas de um futuro digno, longe da criminalidade. Parcerias com empresas e instituições do terceiro setor têm sido cruciais para ampliar a oferta e a qualidade desses cursos, bem como para facilitar o acesso a estágios e vagas de emprego, criando pontes reais para a vida pós-internação.

Além disso, o apoio psicossocial e familiar desempenha um papel indispensável. Equipes de psicólogos, assistentes sociais e pedagogos trabalham individualmente com cada adolescente, abordando questões emocionais, conflitos familiares e auxiliando na construção de um projeto de vida. A reintegração familiar é um foco constante, com a promoção de encontros, terapia familiar e o acompanhamento dos pais ou responsáveis. A compreensão de que o retorno ao convívio social bem-sucedido depende de uma rede de apoio robusta tem direcionado os esforços da Fundação Casa para fortalecer esses laços, criando um ambiente mais propício para a não-reincidência e assegurando que o jovem tenha suporte contínuo após a saída da instituição.

Impacto social e os desafios para o futuro

A significativa redução da taxa de reincidência na Fundação Casa impacta diretamente a sociedade, não apenas ao oferecer uma segunda chance para centenas de jovens, mas também ao contribuir para a diminuição da criminalidade e para a construção de comunidades mais seguras. Cada adolescente que não reincide representa uma vida transformada e um cidadão reintegrado, que poderá contribuir positivamente para o desenvolvimento social e econômico. Esse resultado reforça a crença na capacidade de transformação humana e na importância de políticas públicas focadas na reeducação e reinserção social, validando o investimento em programas socioeducativos.

No entanto, manter e aprimorar esses resultados não é uma tarefa simples. Os desafios futuros incluem a necessidade de assegurar a sustentabilidade dos programas de ressocialização, garantindo financiamento contínuo e a atualização constante das metodologias de ensino e capacitação profissional. A transição do adolescente para a vida em liberdade, conhecida como pós-egresso, ainda representa um ponto crítico. É fundamental expandir e fortalecer programas de acompanhamento pós-internação, oferecendo suporte contínuo para evitar que os jovens retornem ao ambiente de vulnerabilidade que muitas vezes os levou ao conflito com a lei. A colaboração com a sociedade civil, empresas e outras esferas governamentais será cada vez mais crucial para consolidar os avanços e garantir que a Fundação Casa continue a ser um agente transformador na vida de tantos jovens, pavimentando o caminho para um futuro com menos reincidência e mais oportunidades.

Perguntas frequentes (FAQ)

O que significa “taxa de reincidência” no contexto da Fundação Casa?
É o percentual de adolescentes que, após cumprirem medida socioeducativa na Fundação Casa e serem liberados, voltam a cometer atos infracionais e são novamente apreendidos ou internados em um período determinado, indicando um retorno ao sistema socioeducativo.

Desde quando a Fundação Casa monitora essa taxa de reincidência?
A Fundação Casa iniciou a série histórica de monitoramento da taxa média anual de reincidência em 2016, o que permite uma análise comparativa e a identificação de tendências e eficácia de suas políticas ao longo dos anos.

Quais são os principais fatores que contribuíram para a redução da taxa em 2025?
A redução é atribuída a uma combinação de fatores, incluindo a intensificação de programas de educação e profissionalização, o fortalecimento do apoio psicossocial aos jovens, o engajamento familiar e aprimoramentos contínuos na gestão e nas metodologias de atendimento socioeducativo.

Interessado em apoiar iniciativas de reintegração social para jovens? Explore oportunidades de voluntariado ou doação e faça a diferença na vida de um adolescente em busca de um novo caminho.

Fonte: https://redir.folha.com.br