quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Guarda Civil Municipal de Santos passará a ter porte de armas de fogo


Segundo a Prefeitura, 100 integrantes da corporação manifestaram interesse e devem passar por processo de autorização
A Prefeitura de Santos anunciou, nesta quarta-feira (30), que irá tomar medidas para aumentar a segurança pública na cidade. O Programa Santos Segura inclui o armamento da Guarda Civil Municipal (GCM), ampliação da atividade delegada, a assinatura de projetos de lei que visam à valorização dos guardas civis e o lançamento, em breve, de novo concurso público para a GCM, além das obras em equipamentos voltados à segurança.
A lei nº 1.061/2019 foi assinada pelo prefeito, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), na manhã desta quarta. A regulamentação autoriza o porte e uso de armas de fogo em serviço pela GCM. Agora, o Executivo deve solicitar a autorização da compra de equipamentos ao Exército e requisitar a liberação do porte de armas de fogo à Polícia Federal.
A licitação para a compra de 70 pistolas calibre 380, ao custo de R$ 4.558,41 cada, já foi feita. Porém, a aquisição só pode ser efetuada após a autorização do Exército.
Para cada guarda obter o porte é preciso realizar periodicamente cursos técnicos e profissionais, além de avaliação psicológica. Dos 430 integrantes da GCM, 100 demonstraram interesse em carregar uma arma. Eles devem passar por palestras e cursos de tiro. “Ninguém vai trabalhar armado sozinho. Sempre acompanhado, com viatura e comunicação”, afirmou o secretário municipal de Segurança, Sérgio Del Bel.
De acordo com a prefeitura, o porte de armas não irá alterar a função da GCM, que é atuar como guarda patrimonial, fiscalização de posturas e prestação de serviços de medidas primárias de segurança, que inibem a ocorrência de crimes

PM flagra desocupado traficando e apreende o 'caixa do dia

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Suspeito deixou a Fundação Casa há apenas três semanas e já atuava novamente no tráfico, diz polícia

 Da Redação |  31/10/2019 |  19:22


PM apreendeu R$ 2,6 mil em espécie, além de maconha e de uma balança de precisão | Foto: Divulgação/PM

A rotina de um jovem de 12 horas diárias de atuação no tráfico foi quebrada, no fim da noite desta quarta-feira (30), quando a Polícia Militar realizou uma operação na região do conjunto habitacional Geraldo Ferraz de Menezes, popularmente conhecido como “Predinhos do Caveira”.
Apenas três semanas após deixar a Fundação Casa, onde cumpriu medida socioeducativa por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas, um desocupado de 18 anos foi flagrado pela PM traficando no local.
Segundo o setor de Comunicação corporação, ao perceber a aproximação dos policiais que haviam entrado pelo portão principal do conjunto, o suspeito saiu correndo em direção ao Bloco D e entrou no apartamento onde mora.
Em seguida, a mãe dele apareceu na janela e negou que o filho estivesse lá. Os policiais pediram, então, que ela abrisse a porta e a ouviram cochichando com alguém.
Quando a entrada foi autorizada, o suspeito estava lá e eles conseguiram vê-lo jogando algo para dentro de um quarto e, pela janela, duas porções de maconha e uma balança de precisão.
Conforme os registros policiais, durante as buscas no apartamento foram localizadas muitas cédulas de dinheiro, que somaram R$ 2.646.
HORÁRIO FIXO NA BIQUEIRA
Diante das evidências, o suspeito admitiu para os policiais que atua com horário fixo na “biqueira”, permanecendo lá diariamente das 8 às 20h.
Ele assumiu também que estava vendendo maconha a R$ 5 o grama e que o dinheiro encontrado era, sim, proveniente da movimentação comercial do dia.
O rapaz recebeu voz de prisão e foi algemado, uma vez que já havia fugido e, segundo o boletim de ocorrência, estava “muito alterado”.
Ele foi conduzido até o plantão policial, onde o tráfico de drogas foi registrado, e ficou à disposição da Justiça

Salários de magistrados em SP têm reajuste de 16,4% e começam em R$ 28,9 mil

Por G1 SP
 

Salão do Júri do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo — Foto: Letícia Macedo/G1Salão do Júri do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo — Foto: Letícia Macedo/G1
Salão do Júri do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo — Foto: Letícia Macedo/G1
O Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou no Diário de Justiça os novos valores dos salários iniciais de juizes e desembargadores. Os salários tiveram reajuste de 16,38%. O salário inicial de juiz substituto passou de R$ 24.818,71 para R$ 28.883,97. O salário de um desembargador passou de R$ 30.741,11 para R$ 35.462,22. O valor não inclui benefícios extras, como auxílio-moradia.
  • Juiz substituto: R$ 28.883,97
  • Juiz de direito - Entrância inicial: R$ 30.405,30
  • Juiz de direito - Entrância intermediária: R$ 32.004,65
  • Juiz de direito - Entrância final: R$ 33.689,10
  • Desembargadores: R$ 35.462,22
O índice do reajuste é o mesmo sancionado pelo presidente Michel Temer para os ministros do Supremo Tribunal Federal no final de novembro.
O Tribunal de Justiça de São Paulo conta com 2,6 mil magistrados distribuídos em 319 comarcas do esta