terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Decisão de hoje pode mudar reforma trabalhista. Isso é bom?




Decisão de hoje pode mudar reforma trabalhista. Isso é bom?

  • Estão em jogo fim do pagamento pelo tempo de deslocamento entre a casa e a empresa e a proibição de incorporar gratificações ao salário
  • São Paulo – Os ministros do TST (Tribunal Superior do Trabalho) vão decidir hoje se as regras da reforma trabalhista valem apenas para os contratos novos ou também para os que já estavam em vigor.
Uma comissão de jurisprudência formada por três ministros do tribunal já sinalizou que  há trechos da nova legislação devem valer só para os novos contratos de trabalho, ou seja, aqueles firmados apenas após 11 de novembro de 2017, data em que as novas leis trabalhistas passaram a vigorar.
Estão em jogo regras como: fim do pagamento pelo tempo de deslocamento entre a casa e a empresa e a proibição de incorporar gratificações e diárias de viagem ao salário. Os três ministros argumentam que a reforma pode ser aplicada imediatamente desde que não vá de encontro a direitos adquiridos dos trabalhadores.
Caso o TST acolha as propostas da  Comissão de Jurisprudência do Tribunal o impacto será positivo para os trabalhadors, segundo James Augusto Siqueira, advogado especialista em direito trabalhista.
“ Isto por que serão mantidos os direitos que foram objeto da reforma trabalhista para os trabalhadores que tinham contrato de trabalho vigente no dia anterior a vigência da nova lei”, diz.
Já para os empregadores o cenário resulta em passivo trabalhista. “É que os patrões que não mantiverem o pagamento das parcelas trabalhistas poderão ser obrigados a fazê-lo por meio de decisão da Justiça do Trabalho em eventual ajuizamento de reclamação trabalhista pelo empregado”, explica

Governo indica as revisões que devem sair mais rápido




Governo indica as revisões que devem sair mais rápido

Clayton Castelani
do Agora
A AGU (Advocacia-Geral da União) publicou ontem, no "Diário Oficial da União", resumos de diversas decisões judiciais contrárias ao INSS.
A publicação das súmulas, como são oficialmente chamadas, funciona como orientação sobre os casos em que o instituto não deve recorrer quando um segurado ganhar uma ação de concessão ou revisão de benefício.
Para o trabalhador ou aposentado que pensa em cobrar um direito do INSS, a existência de uma súmula tratando especificamente do assunto é um sinal de que o processo tem chance de andar mais rápido na Justiça.
"Seria um erro o governo recorrer contra um segurado que está pedindo um direito que já está assegurado pela Justiça", explica a advogada Adriane Bramante.
Súmulas
No documento publicado ontem, a AGU reconhece, por exemplo, que o INSS não pode cortar benefícios apenas por suspeitar que a concessão foi indevida.
Além de investigar o caso, o órgão deve permitir que o beneficiário apresente a sua defesa

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Agente é baleado ao ser reconhecido por menor infrator

Mãe de vítima baleada no Cebolinha rebate nota do estabelecimento: "Não foi um policial que atirou"

05/02/2018 | 09:24
Houve tumulto no local após disparos (FOTO: reprodução/Internet)
Houve tumulto no local após disparos (FOTO: reprodução/Internet)
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A mãe de uma das vítimas baleadas durante evento no bar Cebolinha, da Maraponga, utilizou as redes sociais neste domingo, 4, para rebater nota publicada pelo estabelecimento, acerca de suposto tiroteio que teria acontecido na madrugada, durante um show, no andar superior da propriedade. 

"Essa nota é absolutamente mentirosa. Não foi um policial armado que atirou para cima. Havia um rapaz lá que havia cumprido medida em um centro socioeducativo, que ao reconhecer meu filho que foi educador (agente socioeducativo) de lá, disparou contra ele, e meu filho reagiu e o agarrou e foram efetuados vários disparos", ressalta. De acordo com a mãe, o filho dela foi atingido por dois disparos e não morreu "por pouco". 

Ela denuncia que o local não faz revista. "Está tentando se livrar da responsabilidade. Não há revista e nem detectores de metal", disse ainda na publicação das redes sociais. 

Nem a Secretaria da Segurança Pública (SSPDS) e nem o estabelecimento divulgaram o número de feridos na ação. É possível ver, em um vídeo divulgado nas redes sociais, uma pessoa do sexo feminino sendo carregada nos braços. 

Outro caso
Não é a primeira vez que o estabelecimento se envolve em situações polêmicas. Em agosto deste ano, o proprietário do bar foi preso durante uma ação de fiscalização da Polícia. Conforme nota da Polícia Militar, na época, havia denúncia de poluição sonora e os agentes foram até o lugar. Os policiais deram voz de prisão por desacato e resistência à ação policial

Champinha foge de unidade prisional

Champinha foge de unidade prisional

Champinha é autor de um dos crimes mais bárbaros que chocou a sociedade brasileira em 2003. Ele assassinou, em São Paulo, com requintes de crueldade o casal Felipe Caffé e Liana Friedenbach, que eram namorados. Roberto Aparecido Alves Cardoso (o Champinha) estava internado na Unidade Experimental de Saúde. Por mês ele custava R$ 65 mil aos cofres do Estado.
O criminoso acaba de empreender fuga do local e está sendo procurado pela polícia em todo estado. Os meios utilizados para facilitar a fuga do perigoso bandido ainda não foram revelados.

Champinha não enfrentou a crise no sistema prisional. Jamais ficou em celas lotadas. Recebeu tratamento de quem tem problemas psiquiátricos.

O criminoso já foi alvo de debate entre o deputado federal Jair Bolsonaro e a deputada Maria do Rosário. O pai de Liana, uma das vítimas, teve a coragem de dar declarações a imprensa afirmando que o parlamentar queria se promover. Bolsonaro cobrava mais rigor no tratamento do caso.

É a segunda fuga praticada pelo criminoso.

A polícia pede que a população divulgue a foto para facilitar a localização do foragido

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Ações trabalhistas caem mais de 50% após reforma


Ações trabalhistas caem mais de 50% após reforma

EDUARDO LAGUNA E CAIO RINALDI - O ESTADO DE S.PAULO
03 Fevereiro 2018 | 16h00

Número de ações recuou de uma média mensal de 200 mil para 84,2 mil em dezembro, segundo o TST; dúvidas cercam a nova legislação



Após estimular, antes de entrar em vigor, uma corrida à Justiça do Trabalho, a reforma trabalhista fez despencar o número de processos ajuizados em varas trabalhistas assim que as mais de 100 alterações promovidas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) começaram a valer.




Ações trabalhistas caem mais de 50% após reforma
Número de ações recuou de uma média mensal de 200 mil para 84,2 mil em dezembro Foto: Divulgação

De um total mensal que costumava passar com facilidade da casa de 200 mil, as ações recebidas em primeira instância por tribunais trabalhistas de todo o País caíram para 84,2 mil em dezembro, primeiro mês completo da nova legislação.
Além de não ser nem metade do volume processual registrado nos meses de dezembro de 2015 e de 2016, o número do último mês do ano passado é o menor num levantamento feito pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) com exclusividade para o Estadão/Broadcast com dados mensais dos últimos três anos. Em novembro passado, por outro lado, o ingresso de ações trabalhistas em varas do Trabalho alcançou o pico da série trienal: 289,4 mil.
As dúvidas sobre como a nova lei seria aplicada pelos juízes e o maior rigor trazido pela reforma no acesso ao Judiciário – em especial, o dispositivo que impõe a quem perde o processo a responsabilidade de pagar custos processuais da parte vencedora – causaram, primeiro, antecipação e depois, com as novas regras em vigor, paralisia das ações trabalhistas.
“Os advogados preferiram, como é natural, lidar com o conhecido e evitar os riscos do desconhecido”, disse Estêvão Mallet, professor de Direito do Trabalho da USP: “Com a reforma, é natural aguardar algum tempo para ter mais elementos a lidar nos novos processos.”
Por um lado, a possibilidade de o trabalhador ter de bancar as chamadas despesas de sucumbência – honorários periciais e advocatícios da parte vencedora – em caso de derrota na Justiça ajuda a inibir demandas nas quais as chances de vitória são remotas.
Por outro, a insegurança sobre como a reforma será interpretada por magistrados, bem como a respeito de como o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a constitucionalidade de artigos da nova lei, leva advogados a esperar por maior clareza antes de protocolar novas petições.
Em dezembro passado, as ações trabalhistas não chegaram a mil em cinco dos 24 tribunais regionais do trabalho distribuídos pelo País: 14.ª Região, que abrange Rondônia e Acre; 20.ª (Sergipe); 21.ª (Rio Grande do Norte); 22.ª (Piauí) e 24.ª (Mato Grosso do Sul).
No Tribunal Regional da 2.ª Região, o maior do Brasil e que engloba a Grande São Paulo e a Baixada Santista, o volume de processos caiu para menos de 500 ações por dia após a reforma. Antes dela, vinha numa média diária superior a 3 mil, chegando a beirar 13 mil um dia antes de a lei entrar em vigor

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Informação sobre o desconto Sindical pros servidores da Fundação CASA





Comunicado
DRH
 nº 011/2018 informa sobre modificação no desconto da contribuição sindical dos funcionários da Fundação CASA

A Divisão de Recursos Humanos (DRH) da Fundação CASA publicou nesta sexta-feira (02 de fevereiro) o Comunicado DRH nº 011/2018, sobre o procedimento para o funcionário da Fundação CASA autorizar o desconto da contribuição sindical de 2018.
Devido à vigência, desde novembro de 2017, das modificações da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), os artigos 545 e 582 indicam que a contribuição sindical será descontada pelos empregadores de seus empregados, no mês de março do ano vigente, desde que haja autorização do funcionário.
Assim, os funcionários que desejarem destinar o valor correspondente a um dia de trabalho (a contribuição sindical) para o Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa) precisam autorizar prévia e expressamente o recolhimento até o dia 28 de fevereiro.
A autorização precisa conter o nome completo, RE, CPF e assinatura do servidor, como também ciência, assinatura e carimbo do representante legal do Sindicato

5 ações que podem facilitar a compra e o porte de armas no Brasil

5 ações que podem facilitar a compra e o porte de armas no Brasil

Além de propostas de lei no Congresso, ação do MPF de Goiás tenta considerar ilegais as dificuldades criadas pela União para a aquisição e registro de armas em território nacional

     
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 | Albari Rosa/Arquivo Gazeta do Povo
Albari Rosa/Arquivo Gazeta do Povo
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O fim do Estatuto do Desarmamento – ou pelo menos a sua mudança substancial – é um dos assuntos polêmicos que deverão estar presentes na campanha eleitoral de 2018. Há estudos sérios a favor e contra a facilitação da compra e porte de armas; e a população apresenta-se dividida em pesquisas de opinião.
Os últimos levantamentos do Instituto Datafolha, por exemplo, mostraram um aumento no número de pessoas que acreditam que “possuir uma arma legalizada deveria ser um direito do cidadão para se defender”. Em 2014, 35% se disseram favoráveis à ampliação do porte de armas, em 2017 esse número saltou para 43%, mantendo-se em empate técnico com o levantamento de janeiro de 2018, em 42%. Entre os homens, 53% mostraram-se favoráveis ao armamento civil, proporção que foi de apenas 32% entre as mulheres (que representavam 52% das 2.765 pessoas entrevistadas).
Confira propostas no Congresso e uma iniciativa no Ministério Público Federal (MPF) em Goiás que pretendem eliminar os obstáculos para o uso de armas de fogo no Brasil.

1) Revogação do Estatuto do Desarmamento

A principal proposta em tramitação na Câmara dos Deputados sobre o tema é oProjeto de Lei 3.722/2012, de autoria do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC). O texto prevê a revogação do Estatuto do Desarmamento, reduz a idade para a compra de armas de 25 para 21 anos e libera o porte de arma para quem tiver emprego e residência fixa, apresentar certidão de antecedentes criminais, atestado psicológico e comprovar ter capacidade técnica atestada por instrutor de tiro.
O projeto está pronto para ser votado no plenário da Câmara – que volta aos trabalhos na semana que vem – e, se for aprovado, apenas investigados por crimes com dolo contra a vida não poderão adquirir armas.

2) Arma no campo

Dois projetos tentam liberar a compra de arma de fogo por residentes de áreas rurais, apenas com comprovação de endereço e atestado de “nada consta” em antecedentes criminais.
Um deles é o Projeto de Lei 224/2017, do senador Wilder Morais (PP-GO), que assegura aos moradores em áreas rurais, maiores de 21 anos, a aquisição de arma de fogo de uso permitido. O projeto altera apenas o artigo 4º do Estatuto do Desarmamento e foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em novembro do ano passado. Agora, se não houver recurso logo no início da abertura dos trabalhos, a proposta seguirá para a Câmara dos Deputados.
O outro, o Projeto de Lei 6717/2016, de autoria do deputado Afonso Hamm (PP-RS), estende ainda mais os direitos acima e está para ser apreciado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. Além do previsto no texto do senador Wilder, a proposta na Câmara concede o porte de armas para trabalhadores em área rural, cujo comprovante de residência poderá ser suprido pela declaração de duas testemunhas e o de bons antecedentes por declaração de autoridade policial.
O projeto do deputado restringe o uso da arma de fogo à propriedade rural e exige demonstração de habilidade de manejo para a categoria de arma que se queira portar.

3) Desarmamento? Não. A proposta agora é o “Estatuto do Armamento”

Campeão de adesões em tempo recordeem uma consulta online na página do Senado – 45 mil apoios em um pouco mais de 24 horas –, o Projeto de Lei 378/2017, também do senador Wilder Morais, pretende instituir o “Estatuto do Armamento”.
O projeto, que está agora na CCJ do Senado, tem seis capítulos e facilita a compra e a circulação de armas no país, ao mesmo tempo em que revoga o Estatuto do Desarmamento.

4) Plebiscito para 2018

Outra proposta no Senado com chance de aprovação é a da realização de um plebiscito sobre o Estatuto do Desarmamento com as eleições de 2018.
Projeto de Decreto Legislativo 175/2017propõe que o eleitorado seja chamado a responder “sim” ou “não” a três perguntas:1) se deve ser assegurado o porte de armas a cidadãos com bons antecedentes em área rural, sem restrições; 2) se o Estatuto do Desarmamento deve ser revogado e substituído por uma nova lei que assegure o porte de armas a quaisquer cidadãos que preencham requisitos objetivamente definidos em lei; 3) se o Estatuto do Desarmamento deve ser revogado e substituído por uma nova lei que assegure a posse de armas a quaisquer cidadãos que preencham requisitos objetivamente definidos em lei.
O tema também esta na pauta da CCJ do Senado para ser votado.

5) Proposta de decretar a ilegalidade das dificuldades criadas para autorizar a compra e registro de armas no Brasil

No Brasil, cidadãos têm encontrado dificuldades não previstas no Estatuto do Desarmamento para comprar e registrar armas, situação que seria ilegal. Esta é a tese do procurador Ailton Benedito de Souza, do Ministério Público Federal (MPF) de Goiás. Após coordenar uma força-tarefa que se dedicou a analisar requerimentos de compra de armas de cidadãos comuns, rejeitados pela Polícia Federal (PF), eleajuizou uma ação civil públicaquestionando as regras criadas pelo Ministério da Justiça e pela PF.
Segundo ele, o Decreto 5.123/2004 do Ministério da Justiça e a Instrução Normativa 23/2005 da PF exigem a comprovação da efetiva necessidade da compra e registro de arma, exigência prevista no Estatuto do Desarmamento apenas para o porte de armas.
O procurador acredita ainda que, em sua opinião, caso o Estatuto exigisse a comprovação da efetiva necessidade para compra e aquisição de armas seria inconstitucional, pois estaria violando os direitos fundamentais previstos no artigo 5º. da Constituição. “Mas é importante ressaltar que o Estatuto não coloca essas exigências para a aquisição e registro de armas, quem está vedando o acesso por vias oblíquas é a União”.
A ação está tramitando na Justiça.

Linha editorial da Gazeta do Povo

Conheça melhor o posicionamento daGazeta do Povo sobre o uso de armas de fogo e as políticas de desarmamento:
“Não é saudável, em lugar nenhum, ter uma sociedade armada. É bom que haja restrições, tomando-se apenas o cuidado de não cair no extremo oposto [...] O direito à legítima defesa é essencial e, quando é clara a dificuldade do poder público em coibir os crimes, elucidar os já cometidos e manter criminosos condenados longe da sociedade, desarmar a população apenas serviria para deixar a porta aberta aos bandido

Agente renuncia o cargo de vice prefeito, e opta por receber salário público estadual

Vice-prefeito de Lucélia, Agente Penitenciário, até então afastado, renuncia ao cargo e justifica decisão com base em questão financeira

Celso Luis Antoniel, que optou por receber os vencimentos como servidor público estadual, alegou que não conseguiria 'honrar compromissos' somente com salário-base.


Por G1 Presidente Prudente
01/02/2018 14h04  

Celso Luis Antoniel renunciou ao cargo de vice-prefeito de Lucélia (Foto: Reprodução/Facebook)


O vice-prefeito de Lucélia, Celso Luis Antoniel (Solidariedade), renunciou ao cargo nesta quarta-feira (31) e alegou, em carta enviada à Câmara Municipal, que tomou a decisão com base em questões pessoais.

Na carta, Antoniel explica que, ao assumir o cargo de vice-prefeito, em 2017, optou por receber os vencimentos do cargo que exerce como servidor público estadual, porém, como estava afastado da função, as gratificações que compõem os vencimentos poderiam ser retiradas, restando apenas o salário-base, com o qual “não conseguiria honrar" seus compromisso financeiros.

No pedido de renúncia, Antoniel agradece ao corpo de servidores públicos municipais, à família e à população, e diz que continuará apoiando a administração da cidade.

“Independente de não estar oficialmente no cargo, reafirmo nosso compromisso de apoiar vossa senhoria e vosso governo que, apesar da situação difícil em que o país se encontra, com muito otimismo e criatividade vem fazendo a diferença e fazendo uma cidade melhor para todos nós”, afirmou Celso Luis Antoniel no documento protocolado às 16h52 da quarta-feira (31) na Câmara Municipal de Lucélia.

Antoniel foi eleito em 2016 para governar a cidade com o prefeito Carlos Ananias Júnior (PSB) até 2020.



Fonte: G1

Grande a atitude de nosso companheiro de trabalho Celso Luis Antoniel por ter assumido esta postura correta e profissional, provando que é possível com honestidade fazer política, e mesmo renunciando provou ser uma pessoa de fibra, voltando a honrar os quadros da Sap como Agente Penitenciário, nos deixa muito orgulhosos, pois poderia ter lá permanecido e inclusive se locupletando com o dinheiro público. Mas mais uma vez mostrou seu caráter reto e o bom berço. Parabéns pela sua decisão Luis Celso Antoniel